
Vou Lutar por Você
Capítulo 1 Conhecer o Bad Boy Foi Mais Fácil do Que Eu Pensava
CLAIRE
. . ”Sério, Claire? Você acha que eu poderia te amar? Que nosso tempo juntos significou alguma coisa pra mim?” James riu, jogando as mãos pro alto.
Mordi a língua, lutando contra as lágrimas e os gritos que queriam sair. Não vou chorar. Não vou chorar.
”Claire, eu te enganei. Não consegue ver isso? Consegui o que queria” — James disse de forma cruel. Houve um lampejo rápido de algo nos olhos dele.
”Mas e a gente? Você disse que me amava” — eu disse, minha voz tremendo. Meu coração se partiu quando entendi que ele tinha me enganado.
James riu de novo. Foi um som frio. Quando ele olhou pra cima, seus olhos estavam frios como gelo. “Claire, acorda. Amor. Não. É. Real.”
Essa foi a última coisa que James me disse antes de se virar e ir embora.
Não me mexi. Meus pés pareciam grudados no chão enquanto eu o via partir.
Sentei na cama, respirando com dificuldade. Suor escorria pela minha testa.
“Só um sonho, Claire. Só um sonho” — eu disse baixinho pra mim mesma. Mas as lágrimas encheram meus olhos quando lembrei que não era um sonho. Era uma lembrança ruim de quando James, o homem que eu amava, partiu meu coração.
Aquela mesma lembrança vinha se repetindo na minha cabeça sem parar nos últimos dois anos. Soltei um suspiro longo e olhei pro meu relógio: 4h27 da manhã. Balancei a cabeça, tentando limpar os pensamentos ruins que me incomodavam todo dia.
Em vez disso, olhei ao redor do meu quarto pequeno. Era simples. As paredes eram de um azul suave. Uma cama de solteiro estava encostada numa parede. Uma janela ficava na outra parede.
Eu tinha um banheiro pequeno só meu no canto. Minha cômoda ficava ao lado da cama. Um cesto de roupa suja no chão, meio cheio de roupas. Papéis, roupas e outras coisas espalhadas pelo quarto.
Não tinha tempo pra manter tudo limpo e organizado. Contanto que eu tivesse roupas limpas, uma cama e minha lição de casa feita, não me importava com a bagunça do meu quarto.
Joguei meu cobertor vermelho pra trás e coloquei os pés no chão de madeira frio.
Soltei um suspiro longo, me sentindo frustrada, sabendo que não conseguiria voltar a dormir. Só havia uma coisa que podia tirar minha mente dos pensamentos sobre James: treino.
Me espreguicei, esfregando o sono dos olhos.
Vesti uma calça legging preta até o joelho, um top esportivo azul-claro e meu moletom roxo-escuro, junto com meu tênis roxo. Olhei no espelho.
Meu cabelo castanho-claro, cortado na altura dos ombros, estava meio bagunçado. Meus olhos castanho-claros ainda estavam cansados de sono, e olheiras escuras ficavam embaixo deles.
Mas meu corpo estava em boa forma. Não era magra, mas tinha músculos e curvas. Sabia que era bonita.
E sabia que, se quisesse, poderia ter qualquer cara que quisesse. Mas era por isso que não queria mais amor. Sabia que, no final, só ia me machucar. Então, por que tentar?
Silenciosamente, abri a porta e andei de leve pelo corredor e saí pela porta da frente. Meus pais ainda estavam dormindo.
Soltei um suspiro longo de alívio. Tinha minha bolsa de academia, iPhone e garrafinhas de água comigo. Ia correr até a academia. Era só uns quinze minutos de corrida, então não era tão ruim.
Olhei pro céu e vi o sol apenas começando a nascer. Sempre amei ver o nascer e o pôr do sol.
Era lindo como a luz mudava tudo ao meu redor. As plantas e árvores pareciam brilhar. A grama ficava num verde mais vivo, e a água cintilava.
Tudo ao meu redor era lindo. Pena que vou passar meu dia dentro de uma academia quente — pensei.
Balancei a cabeça e me virei pra começar minha corrida até a academia, quando esbarrei em alguma coisa.
“Droga” — eu disse baixinho, recuperando meu equilíbrio. Então, congelei. Braços estavam enrolados na minha cintura, e minhas mãos estavam no peito de alguém. Não o peito de qualquer um.
Devagar, olhei pra cima nos olhos cinza-tempestuosos de Blake Johnson. Ele estava sorrindo. Os braços dele ficaram um pouco mais apertados ao meu redor.
Meu coração bateu mais rápido enquanto eu encarava seus olhos, tentando entender o que ele estava pensando. Mas então ele falou.
“Sabe, se você me quisesse, era só ter pedido. Sempre estou livre” — ele sorriu de forma arrogante, levantando uma sobrancelha.
Isso foi o suficiente pra me trazer de volta à realidade. “Tanto faz” — eu disse irritada, me afastando dele.
“O que uma garotinha como você tá fazendo aqui tão cedo? Não devia estar na cama dormindo?” — ele disse provocando. Tinha um sorriso falso no rosto.
Colocou as mãos nos bolsos.
Revirei os olhos. Se ele soubesse. “Eu poderia dizer o mesmo sobre você” — respondi, sorrindo de forma arrogante.
Ele pareceu surpreso no começo, mas rapidamente disfarçou. “Então, ela sabe falar” — ele disse.
Revirei os olhos. “Nunca fui incapaz de falar, seu idiota” — eu disse baixinho, me preparando pra ir embora.
“Não vai perguntar pra onde eu tô indo?” — ele perguntou, fingindo estar magoado.
Encarei ele. “Não.”
Ele riu da minha expressão. “Já que você perguntou tão gentilmente” — sei — “vou te contar” — ele empinou o nariz pro alto. “Eu tô indo pra...”
“Ãhã. Que legal” — eu disse, interrompendo ele, tentando passar por ele.
Ele estreitou os olhos, parecendo irritado. “O que te deixou com tanta pressa? Ocupada demais pra ouvir seu vizinho?” — ele virou o nariz pra cima de novo.
Finalmente encontrei os olhos dele e dei um sorriso falso. “Agora sim estamos chegando a algum lugar” — eu disse, piscando os olhos de forma falsamente doce e dando tapinhas no peito dele enquanto saía do alcance dele.
“Pra onde você tá indo tão cedo? E o que é essa bolsa de academia?” — ele gritou atrás de mim.
Não me dei ao trabalho de explicar. “Tenho que ir” — segurei minha bolsa com mais força e comecei minha corrida leve até a academia.
Podia sentir os olhos dele em mim, mas não ousei olhar pra trás. Só esperava que ele não soubesse quem eu era.
Conhecer o bad boy foi mais fácil do que eu pensava. Já tinha visto ele pela escola e por aí, mas nunca tínhamos realmente conversado antes.
Quinze minutos depois, estava na academia. Não era nada especial — só uma academia normal com esteiras e áreas de musculação. Sempre ia pro fundo pra praticar meu boxe.
Você podia pegar uma sala privada e lutar boxe quando quisesse. Entrei na academia vazia e olhei ao redor.
Ninguém aqui. Do jeito que eu gosto. Sorri, passando por todos os equipamentos até a última porta das salas privadas de boxe.
Adorava chegar cedo quando não tinha ninguém. As pessoas geralmente começavam a aparecer por volta do meio-dia.
Tranquei a porta e joguei minha bolsa no chão. Peguei minhas luvas de boxe vermelhas e prendi meu cabelo numa trança lateral, então encarei o saco de pancadas vermelho e comprido.
Meu cabelo caiu no meu rosto enquanto eu dava soco após soco. Lembranças de James e eu continuavam passando pela minha mente.
Eu tinha quinze anos. Era jovem e não sabia das coisas. Acreditava nas coisas com muita facilidade.
Amor! Fiz um som irritado comigo mesma. Não é real. Homens agem como bebês e fogem quando estão com medo. Fogem dos seus problemas.
James. Conheci ele no segundo ano. Nos demos bem e começamos a namorar. Sete meses depois, me convenci de que estávamos apaixonados. Naquela noite, dei a ele o que ele queria. Eu. Ele foi meu primeiro.
Na manhã seguinte, tudo deu errado.
Raiva e fúria ferveram dentro de mim quando vi o sorriso orgulhoso e cruel de James. Ele só ficou ali, sorrindo pra mim de forma cruel, enquanto eu desmoronava.
Naquela noite, comecei a lutar boxe. Algumas noites depois, eu era boa nisso. Foi quando Nancy me encontrou.
Eu estava lutando com uma garota loira que achava que eu tinha “roubado” o namorado dela. Ganhei, e Nancy viu que eu tinha talento.
Depois de algumas aulas, ela me colocou na minha primeira luta. Ganhei.
Acho que deveria agradecer a James. Não teria chegado tão longe sem ele.
Fiz um som irritado ao pensar em James. O estúpido e idiota jogador! Vou rir quando ele vier rastejando de volta, implorando perdão quando descobrir que White Wolf é a ex-namorada dele. Isso é, se ele descobrir.
“Outro sonho?” — a voz de Nancy me fez pular.
Me virei pra olhar pra ela. “Nancy, eu tranquei aquela porta” — eu disse.
Ela assentiu. “Sim, e eu destranquei” — ela deu de ombros. “São 9h30 da manhã” — ela disse, cruzando os braços sobre o peito.
Olhei pra cima, chocada com a rapidez que o tempo tinha passado. Chequei meu celular. Eram 9h30 da manhã.
“Nossa...” — eu disse baixinho, piscando pra limpar a visão embaçada repentina.
“Há quanto tempo você tá aqui?” — ela perguntou, sentando numa das cadeiras encostadas na parede. Os olhos dela me diziam que ela sabia a resposta, mas perguntou mesmo assim.
Dei de ombros. “Desde as 5h da manhã” — eu disse baixinho, dando outro soco no saco. Meus punhos doíam de ficarem tensos por tanto tempo, mas ignorei a dor e continuei.
Isso é, até Nancy me puxar pra longe do saco. “Tá bom, Claire. Você precisa se acalmar. Acho que é hora de uma pausa” — ela disse, segurando meus ombros.
“Vamos sair hoje à noite. Encontrar um cara pra ficar e esquecer James.”
Nancy era a única que sabia sobre James, além de Molly. Ela tinha estado lá pra mim quando precisei dela. Era como uma melhor amiga, até uma mãe. Melhor que minha própria mãe.
Revirei os olhos pro que ela disse, mas achei que podia usar uma bebida, então por que não?
“Tá bom, mas só pelo álcool” — eu disse, tirando minhas luvas e desenrolando o pano das minhas mãos.
Suor escorria pela minha testa, e bebi da minha garrafa de água de vidro.
Nancy tinha vinte e três anos e era linda. Tinha olhos verde-claros com um anel dourado ao redor do centro, e cabelo castanho-chocolate ondulado.
O corpo dela era esbelto, igual ao meu. Não muito magra, mas na medida certa. Nancy era alguém que partia corações e tinha orgulho disso.
Era solteira, mas gostava de ter um tempo “ótimo” com caras.
“Ah, não! Você passou tempo demais chorando por aquele idiota do James. Você vai conseguir alguém hoje à noite! Mesmo que eu tenha que pagar o cara!
“O que não acho que vai acontecer porque — vamos lá! — nenhum cara vai conseguir dizer não pra você, Claire” — Nancy sorriu de forma arrogante.
Balancei a cabeça e ri. “É, tá bom, Nancy” — eu disse. Mas quando olhei pra cima, vi o olhar sério dela. Ela não estava brincando.
Fiz um som reclamando. “Ah, qual é. Eu não quero” — reclamei, batendo o pé.
Nancy só sorriu e agarrou meu braço, me puxando pra fora da sala. Peguei minha bolsa, garrafa e celular antes dela me puxar pra fora da academia.
Justo quando eu ia puxar meu braço de volta, esbarrei em alguma coisa. Pela segunda vez hoje, e nem era meio-dia!
“A gente tem que parar de se encontrar assim” — ouvi Blake rir enquanto recuperei meu equilíbrio e olhei pra ele com raiva.
“Também acho, cara” — eu disse baixinho, olhando pro chão.
“Claire, vamos” — Nancy agarrou meu braço, me puxando em direção ao carro dela.
Blake olhou pra gente, confusão no rosto. Dei de ombros e entrei no carro de Nancy.
“Quem era aquele?” — Nancy perguntou enquanto a gente saía. Ela lambeu os lábios. “Ele era meio bonitinho” — ela acrescentou, olhando de volta pra Blake.
Bufei. “Sério, Nancy? Ele tem dezoito anos” — apontei.
Ela deu de ombros. “E daí? Não significa que ele não possa ser bonito. Além disso” — ela se virou pra mim, movendo as sobrancelhas pra cima e pra baixo de forma sugestiva — “ele é maior de idade.”
Revirei os olhos. “Às vezes você age como um cara” — eu disse baixinho.
Ela levou como elogio. “Ora, obrigada, Claire” — ela sorriu.
“É, é” — eu disse reclamando enquanto a gente parava na entrada da casa dela.
Nancy morava numa casa branca de dois andares. Morava sozinha, frequentemente trazendo caras pra casa pra “diversão”. Eu me via na casa dela mais vezes do que não.
Fui direto pra cozinha dela, pegando um muffin de banana com nozes e um suco de laranja. Estava com fome, mas não muita fome.
Depois que terminei de comer, Nancy desceu as escadas. Estava usando um vestido vermelho justo sem mangas que terminava no meio da coxa, saltos vermelhos de bico aberto e uma pulseira de diamante no pulso esquerdo.
Encarei ela, surpresa. Finalmente, consegui dizer a única palavra que sabia que ela queria ouvir. “Gostosa” — eu disse, sorrindo.
Ela riu, balançando a cabeça. “Ainda não terminei. Ainda preciso fazer minha maquiagem e cabelo. Mas você vem comigo.”
Ela agarrou meu braço, me puxando escada acima. Me senti como uma boneca sendo puxada pra lá e pra cá.
Ela me entregou um vestido azul-escuro até o meio da coxa e apontou pra porta do banheiro. Soltei um suspiro longo, mas entrei pra me trocar.
O vestido entrou facilmente. Tinha uma alça no ombro com contas azul-escuro. O tecido do meu peito pra baixo era todo de seda. Saí e me virei pra Nancy.
Ela bateu palmas, me entregando saltos azuis combinando que entraram facilmente. Nos olhamos no espelho e, depois de alguns momentos, as duas dissemos o que estávamos pensando. “Gostosas” — sorrimos uma pra outra.
“Agora, hora do cabelo e maquiagem” — Nancy disse, sorrindo. Ela pegou seu kit grande de maquiagem e ferramentas de cabelo. “Isso pode demorar um pouco...”
***
Ela estava certa. Duas horas depois, terminamos... comigo. Só comigo. Ela passou tanto tempo tentando deixar minha maquiagem e cabelo perfeitos que recomeçava se não ficasse satisfeita.
Me olhei no espelho. Minhas costas doíam de ficar sentada na mesma posição por horas.
Um tom claro de azul cobria minhas pálpebras. Meus lábios estavam pintados de um vermelho vivo e um blush leve estava nas minhas bochechas. Usava brincos de diamante azul e tinha que admitir, nunca tinha ficado melhor.
Meu cabelo estava alisado e preso numa trança lateral, do jeito que eu gostava.
“Você está linda” — Nancy disse, enrolando as pontas do cabelo dela. Soltei um suspiro longo e sentei. Isso ia demorar um tempo...
***
Mais duas horas depois, finalmente estávamos prontas. Eram seis horas. “Nancy, você está incrível, mas realmente tinha que levar duas horas?” — reclamei.
Nancy estava usando sombra vermelha viva, rímel, blush e batom vermelho-rubi. O cabelo dela estava enrolado nas pontas e ela tinha uma bolsa combinando.
Ela revirou os olhos e fomos pro carro dela. “A gente está gostosa, e é sábado. Relaxa, temos tempo de sobra.”
Ela sorriu enquanto dirigíamos pro nosso clube favorito: Black Midnight. Era um nome estranho, mas o clube era ótimo e as bebidas eram ainda melhores.
Meia hora depois, paramos no estacionamento e andamos até a frente da fila. Fomos xingadas algumas vezes por furar a fila, mas Nancy e o segurança eram bons amigos.
Assim que entramos, fui direto pro bar.
“E aí, Claire. Tá linda” — o bartender assentiu em aprovação. Ri.
“Fui forçada” — contei pra ele, gritando por cima da música alta.
Ele assentiu. “Imaginei. O de sempre?” — ele perguntou.
Assenti. “Sim” — respondi, fazendo o som do P estourar. Hoje à noite, só queria ficar bêbada.
E quando se trata de mim e álcool... geralmente não termina bem. Mas talvez Nancy estivesse certa. Eu precisava de uma noite pra tirar minha mente das coisas.
***
Várias bebidas depois, eu estava muito bêbada. Não me importava, no entanto. Estava na beirada da pista de dança, bebendo outro coquetel quando um cara se aproximou de mim.
Ele tinha cabelo loiro que caía nos olhos e estava usando uma camisa azul de botão com jeans azul-desbotado. Tinha olhos castanhos e um corpo musculoso. Na minha opinião, ele era muito bonito.
“E aí” — ele disse, sentando ao meu lado.
Não me mexi e, surpreendentemente, minhas palavras saíram claramente. “E aí” — respondi.
Pelo canto do olho, vi um leve sorriso se espalhar pelo rosto dele. “Quantos anos você tem? Você parece meio jovem pra estar aqui, não acha?” — ele perguntou, a voz provocando.
Assenti e me virei pra olhar pra ele. “E daí? Não é como se garotas de dezessete anos não tivessem entrado escondido em bares com identidades falsas antes” — tomei outro gole do meu coquetel.
Ele assentiu. “Verdade. Só tenho dezoito” — ele disse.
Assenti, fechando os olhos enquanto deixava o álcool queimar seu caminho pela minha garganta. Ainda ardia, mas eu já estava acostumada.
Estava prestes a pedir outra bebida quando braços se enrolaram na minha cintura. “Acho que você já bebeu o suficiente por enquanto, querida.”
O cara sussurrou no meu ouvido, tirando o copo da minha mão e colocando numa mesa próxima.
Fechei os olhos, me encostando no toque dele. “Mhmm” — murmurei. Os braços dele ainda estavam ao redor da minha cintura enquanto ele sussurrava no meu ouvido:
“Eu poderia te mostrar um tempo melhor do que só beber, sabe” — ele disse baixinho.
Abri os olhos pra ver Nancy sorrindo pra mim. Ela articulou as palavras “vai fundo” antes de se virar de volta pro cara com quem estava conversando.
Eu era uma garota de dezessete anos, bêbada e cheia de hormônios. Então, disse o que qualquer garota na minha posição diria:
“Por que não colocamos essa teoria à prova?” — eu disse, um sorriso arrogante nos lábios.
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