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A Tacada de Um Milhão de Dólares

Autor
Rebekah Halt
Leituras
15,7K
Capítulos
2
Autor
Rebekah Halt
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Capítulos
2
🔺Sexo a três🥵Literatura erótica💪🏻Macho alfa💄Aventura de uma noite🏙️Contemporâneo

“Eu não beijo”, diz o homem, como se isso devesse tornar as coisas menos íntimas. 😳

Sophia assina um acordo de confidencialidade em um hotel luxuoso de Los Angeles e, de repente, sua noite inteira pertence a estranhos com regras.

Antes do romance interferir, ela é uma mulher adulta que paga suas contas e só diz sim quando realmente quer. Então, um assistente impecável lhe entrega uma venda e a conduz para um quarto como se ela fosse um segredo. Você pensaria que isso seria o limite. Não é. A voz do Curador surge bem próxima, as mãos dele a despem como se já tivesse feito isso mil vezes, e ele menciona casualmente “Dr. Creed” e “Vale”, o que é… com licença? Ela deveria odiar o controle. Ela odeia o controle. Mas seu corpo está aqui a traindo em dobro, e você vai sentir cada segundo disso.

A porta dá um clique. Os saltos de uma mulher param do lado de fora.

Quem será a próxima pessoa a entrar?

Capítulo 1

“O curador está pronto para recebê-la.”
Sophia ergueu os olhos da prancheta que segurava na mão. Ela tinha acabado de assinar um acordo de confidencialidade. Um acordo que a fazia prometer que nunca contaria a ninguém sobre aquela noite. Três homens misteriosos estavam procurando uma mulher para passar a noite. Ela tinha lido o anúncio e o contrato com muita atenção. Sophia se orgulhava de ser detalhista.
CINQUENTA MIL DÓLARES, UMA NOITE DE PRAZER. CONFIDENCIALIDADE É OBRIGATÓRIA. LOCAL: LOS ANGELES, CALIFÓRNIA. CLIQUE NO LINK SEGURO PARA ENVIAR SUA CANDIDATURA.
Agora ela estava sentada no saguão do The Diamond Montgomery Hotel, enquanto uma mulher de meia-idade parava diante dela, vestindo um blazer preto engomado e calça social. Ela parecia impaciente, como se estivesse com pressa.
“Claro,” Sophia disse, a voz trêmula, enquanto devolvia a prancheta à mulher.
Sophia tinha levado uma vida bem simples. Na verdade, nunca tinha passado por grandes dificuldades. Cresceu em um bairro de classe média, filha de uma professora e um policial. A vida tinha sido… normal. Mas esse era justamente o problema.
Sophia tinha feito tudo na ordem perfeita. Frequentou a universidade ao lado do namorado do ensino médio. No dia da formatura, ele a pediu em casamento. É claro que ela disse sim. Pete era o amor da vida dela.
A ideia era que se casassem, tivessem filhos, o de sempre.
Até que ela flagrou Pete sendo comido por trás pelo irmão dela. Isso mesmo, o próprio irmão.
A vida estava bem fodida agora. Então, Sophia decidiu que viver de forma perfeita não era mais tão importante. Ela queria se divertir. Pete era o único homem com quem ela tinha dormido, algo que agora ela lamentava.
Então, quando sua amiga contou sobre um anúncio que tinha visto em algo chamado “dark web,” Sophia pediu que a amiga a ajudasse a se candidatar.
“Você está falando sério?” a amiga tinha gargalhado.
Ah, sim, Sophia estava muito séria. E… lá estava ela.
Sophia se levantou e alisou o vestido.
“Excelente,” a mulher disse, passando os olhos pela assinatura. “Por favor, me acompanhe.”
Sophia assentiu e seguiu a mulher até um elevador. Seu estômago estava se revirando, e as palmas de suas mãos trêmulas estavam suadas.
O elevador apitou, e as duas entraram. Uma música ambiente suave tocava enquanto subiam. Sophia olhou de relance para a mulher, mas sua expressão era ilegível, o olhar fixo à frente.
Sophia ajeitou as alças do vestido preto. Tinham lhe enviado uma pequena quantia de dinheiro de uma conta bancária anônima. Depois, ela recebeu instruções para comprar exatamente aquele vestido. Um minivestido preto e curto. Junto com um sutiã e uma calcinha de renda vermelha.
Ela nunca tinha usado algo tão… sexy. Sempre se viu como uma mulher bem comum. Cabelo castanho. Olhos castanhos. Simplesmente… normal.
Na verdade, ela até gostou do vestido. Do jeito como ele abraçava seu corpo. Do jeito como o sutiã vermelho parecia juntar seus seios perfeitamente. Seu corpo tinha o formato de uma ampulheta.
Nunca foi magra como um palito, e encontrar um estilo que funcionasse com seios tamanho C e uma bunda grande era difícil.
Mas esse vestido, de algum jeito, funcionava. Valorizava seus quadris largos e sua cintura fina. Seus seios eram a atração principal, aparecendo no decote, empinados e à mostra.
Sophia respirou fundo quando as portas se abriram e elas saíram para o corredor. A mulher avançou rápido à frente, e Sophia foi tropeçando atrás dela. Então pararam diante de uma porta, e a mulher se virou para olhar para Sophia.
“Pegue isto,” ela disse, com a voz seca. Sophia olhou para baixo e viu uma venda preta na mão dela.
“Para quê?” Sophia perguntou, erguendo uma sobrancelha enquanto pegava a venda.
“É uma exigência,” ela respondeu, sem emoção.
“Certo…,” Sophia respondeu. “Esse não é o tipo de coisa que assassinos em série fazem?”
A mulher não respondeu; apenas ficou olhando fixamente para ela, sem expressão. Sophia suspirou e levou a venda ao rosto, amarrando-a com firmeza atrás da cabeça. Tudo o que conseguia ver era escuridão.
“Vou conduzi-la para dentro,” a mulher disse. Sophia ouviu a porta sendo empurrada. Sentiu a mulher segurar seu braço e guiá-la para a frente.
“Sente-se, por favor,” ela disse. Sophia obedeceu, afundando no que parecia ser uma cama.
“Antes de deixá-la,” a mulher disse, “você toma anticoncepcional?”
“Sim,” Sophia respondeu.
“Eles chegarão em breve,” ela disse.
Então Sophia ouviu os passos dela se afastando, seguidos pelo som da porta se fechando. Ficou sentada em silêncio por alguns instantes. Será que tinha feito uma besteira? Será que era uma crise de meia-idade precoce?
Ela só tinha vinte e três anos, então provavelmente era nova demais para isso. Mas então ouviu a porta rangendo ao se abrir de novo, e seu corpo enrijeceu.
Conseguia ouvir passos se aproximando, até pararem bem na frente dela.
“Olá, Sophia,” uma voz disse.
Ela sentiu um arrepio subir por toda a extensão de sua coluna. A voz dele. Era como seda. Sexy. Quente. Ela não conseguiu evitar a excitação.
“Oi,” ela disse baixinho.
“Eu sou o curador,” ele disse. Ela conseguia senti-lo e sentir seu cheiro. Ele cheirava a algo caro, como colônia e couro. Ela estremeceu levemente quando sentiu que ele puxava a alça do seu vestido.
“Está nervosa?” ele murmurou. Agora ele puxava as duas alças.
Ela assentiu. “Sim.”
“Eu li sua candidatura,” ele disse. As alças do vestido agora pendiam soltas nos ombros dela. Ele estava buscando o zíper nas costas do vestido. Puxou-o. “Apenas um homem?” ele disse. “Interessante. Você não ficava entediada?”
Sophia respirou fundo enquanto ele puxava o tecido do vestido até que este ficou preso na cintura. Agora ela estava exposta da cintura para cima.
“Ficava,” Sophia disse, a voz saindo em um sussurro. “Ficava muito entediada.”
“Mmm,” ele murmurou. Ela sentiu as pontas dos dedos dele traçando a curva dos seus seios que apareciam acima do sutiã de renda vermelha. Ela prendeu a respiração enquanto sua calcinha ficava úmida.
Sentiu ele se inclinar para a frente antes de alcançar o fecho do sutiã. Ele o soltou e puxou o sutiã, fazendo seus seios balançarem com o movimento.
“O Dr. Creed vai enlouquecer quando vir você,” ele disse com uma risada.
“Um dos outros?” ela perguntou baixinho.
“Sim,” o curador respondeu enquanto segurava um de seus seios expostos. “Agora, me diga, Sophia. Como você gosta de ser fodida?”
Sophia não conseguia raciocinar direito. Não quando a voz dele era tão sexy. Não quando ele apertava sua teta daquele jeito. Não quando ela estava vendada e sendo perguntada sobre como queria sentir prazer.
“Eu… eu…,” ela gaguejou.
“Você não sabe,” ele riu. “Porque você foi sexualmente reprimida por tempo demais.” Ela sentiu ele empurrá-la, forçando-a a deitar de costas. Ela se mexeu, empurrando o corpo mais para cima na cama.
Em seguida, ouviu um baque leve quando a calça dele caiu no chão.
Ela estava encharcada. Estava excitada. Estava pronta. Deus, como estava pronta.
“Você vai me foder agora?” ela perguntou, a voz rouca. “Estou pronta.”
“Claro que vou,” ele disse, com a voz baixa. “E quando nós três tivermos terminado com você, você vai saber do que gosta, Sophia.” Ela sentiu ele puxar o vestido, finalmente tirando-o completamente do seu corpo.
Agora, ela estava deitada ali usando apenas a calcinha de renda vermelha.
“Agora, as regras,” o curador disse. Ela sentiu a cama se mover quando ele subiu nela. As mãos dele estavam em suas coxas internas, afastando-as gentilmente.
“Nada de beijos, como tenho certeza de que você leu,” ele murmurou.
“Nada de beijos, nada de sexo oral,” ela disse. Deus, ela estava a ponto de explodir. Só queria que ele a fodesse logo de uma vez. Ela remexeu os quadris em antecipação.
“Parece que você leu o que precisava,” ele riu.
“Agora, Sophia,” ele disse, “tenho a impressão de que nenhum homem priorizou o seu prazer antes. Estou certo?”
Sophia exalou devagar. “Eu usava um vibrador. Quando transávamos.”
Ele riu, grave e profundo. “Eu gosto de usar vibradores. Mas tenho a impressão de que o seu ex-noivo usava porque não conseguia te satisfazer sozinho.”
Sophia tinha que admitir. Ele estava certo. Pete nunca a tinha realmente, de verdade… satisfeito.
“Vamos fazer uma transa simples, mas prazerosa,” ele disse. “Depois, o Dr. Creed e o Vale vão tentar algo um pouco diferente.”
Ele estava entre as pernas dela agora. Puxou-as, envolvendo-as ao redor da cintura dele. Sophia apertou o aperto em volta dele, a ponta do pau duro agora roçando na coxa dela. Ela ergueu as mãos e as colocou ao redor do pescoço dele.
“Por favor,” ela gemeu. “Só me fode.”
Ele não respondeu. Em vez disso, penetrou nela. Devagar. Sensualmente. Ela arfou quando ele foi mais fundo. Era grosso. Muito grosso. Conforme ele avançava dentro dela, ela o sentiu preenchê-la por completo.
“Ah,” ela suspirou.
“Gosta disso,” ele murmurou contra a orelha dela. Então começou a se mover para dentro e para fora. Devagar, mas constante.
Ela gemeu baixinho enquanto ele se movia dentro dela. Apertou o abraço ao redor do pescoço dele, suspirando de prazer. Era como uma coceira que nunca tinha sido coçada. Tudo isso com uma simples transa de missionário.
Ele se movia para frente e para trás. Ela gemia e suspirava enquanto ele usava o corpo dela. E ela adorava.
Ele começou a aumentar o ritmo, a buceta dela já apertada ao redor do pau dele.
“Já vai gozar?” ele riu. “Mal comecei, querida.”
“S-sim…,” Sophia gemeu.
Então ela sentiu seu centro se contrair enquanto uma onda de calor se espalhava pelo seu abdômen. Sua buceta pulsou, e as paredes internas se apertaram ao redor dele.
“Porra!” ela gritou quando o orgasmo veio. Ele estava rindo agora, aumentando a velocidade e investindo nela num ritmo acelerado.
Ela arfava por ar enquanto ele continuava a meter nela.
“Deus, olha só pra você,” ele grunhiu enquanto investia. “Você nunca foi fodida de verdade, Sophia.”
“Agora… agora estou sendo,” ela gemeu. “Por favor, continua. Por favor!”
O orgasmo tinha passado, mas ela queria mais. Sentiu ele parar e sair de dentro dela. Então, ele pegou os tornozelos dela e colocou os dois sobre os ombros. Alinhou a ponta do pau na entrada dela.
Ela sentiu ele colocar um dedo sobre o clitóris inchado e pulsante. Suas costas se arquearam de prazer, a boca se abrindo.
Então, ele mergulhou dentro dela. Rápido e forte. Grunhindo e gemendo enquanto investia nela.
“Deus!” ela gritou. “Mais! Mais!”
O pau dele pulsava dentro dela. Ela conseguia sentir. Cada detalhe do pau enorme. Então ele grunhiu mais uma vez, e a porra dele a inundou por dentro.
Ela gritou. Alto, longo. De arrepiar os ouvidos. Seu segundo orgasmo tinha chegado, e sacudiu seu corpo até o mais profundo do seu ser.

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