
Baile de Máscaras
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1: Capítulo 1
MARCO
Marco normalmente odiava esses estúpidos bailes de máscaras. A princípio, sua intenção era apenas aparecer para agradar a mãe e depois ir embora.
Mas ele descobriu que gostava da liberdade da sua máscara. Esta noite, ele era simplesmente o Marco. Não Marco Livingston, dono bilionário da Livingston, Inc.; apenas Marco.
Ele arranjou um lugar no bar, virando doses de uísque e observando as pessoas por quase uma hora. Então, uma risada chamou sua atenção do outro lado do salão.
O som era tão divino que seu pau ficou duro na mesma hora. Ele seguiu a risada e, logo, se viu encarando uma mulher maravilhosamente linda.
O cabelo comprido dela roçava em uma bunda pequena que ele queria apertar; o vestido exibia apenas um toque de decote; e quando ele olhou nos olhos dela por trás da máscara, eles eram do cinza mais hipnotizante que ele já tinha visto.
O uísque misturou tudo na sua cabeça. Dança, beijos, amassos e então...
De alguma forma, eles foram parar no quarto de hotel dele, com ela de joelhos, engolindo todos os vinte e cinco centímetros de pau que ele tinha a oferecer. A máscara preta lisa ainda estava no rosto dela. Eles concordaram em continuar com elas. A visão dela lá embaixo, nua em todos os lugares, exceto pelo rosto, o deixava louco.
Esse nível de garganta profunda era uma novidade para ele; a maioria das mulheres engasgava, transformando um boquete em uma punheta.
Esse foi, de longe, o melhor boquete que ele já tinha recebido. Ele imaginou como a buceta dela seria gostosa apertando o pau dele.
Ela começou a se afastar, mas ele agarrou o cabelo dela e a puxou de volta, com o nariz dela roçando em sua pélvis. Por um momento, a mente dele, cheia de uísque, temeu estar sendo bruto demais com ela. Mas, quando ela gemeu ao redor do seu pau, ele soube que ela tinha gostado.
Ele se soltou de vez, fodendo a boca dela sem dó enquanto ela se agarrava nas coxas dele e aceitava tudo o que ele dava.
Suas estocadas diminuíram de ritmo conforme ele chegava ao clímax. Ele observou enquanto ela engolia até a última gota de porra.
“Para a cama”, ele ordenou, assim que conseguiu recuperar o fôlego.
Marco adorava chupar buceta, e ele era bom nisso também. Ele nunca tinha provado uma buceta tão gostosa quanto a dela. Era como um pêssego maduro; os sucos dela invadiam sua boca, e ele não se cansava de saborear.
Ele prendeu os quadris dela na cama, fazendo questão de devorar o máximo que pôde. Os gemidos dela eram música para os seus ouvidos.
Ele a fez gozar duas vezes antes de sentir o próprio sangue descer de novo. “Eu quero te foder. Posso foder você?”, ele disse com a voz rouca. Ela concordou com a cabeça vigorosamente.
Uma camisinha era a última coisa na cabeça dos dois. Ele não percebeu a falta dela até já estar enterrado até o talo, sentindo cada centímetro do calor molhado dela. Essa foi mais uma novidade para ele; ele nunca tinha sequer pensado em foder alguém no pelo antes.
Enquanto gozava dentro dela pela primeira vez, sentindo-a apertá-lo com a força do próprio orgasmo, um momento de clareza surgiu. Uma noite não seria o suficiente. Ele precisava ter essa mulher de novo e de novo.
Era como se ela tivesse sido feita apenas para ele. Enquanto a maioria das mulheres mal aguentava uma rodada com ele, ela passou a noite toda transando. O jeito como ela gemia o nome dele enquanto cavalgava no seu pau era como música para os seus ouvidos; ele precisava ouvir aquilo todos os dias.
“Qual é o seu nome?”, ele sussurrou no ouvido dela.
Ela balançou a cabeça. “Você não precisa saber.”
“Meu nome é Marco”, ele tentou.
“Bom para você. Você ainda não vai saber o meu nome.”
Ele deu uma risada. “Você pode pelo menos tirar a máscara, gatinha?”
Ela balançou a cabeça de novo. “Eu gosto assim. Mantém o ar de mistério.”
Ele também gostava, então não insistiu mais, contente em chamá-la de “gatinha” pelo resto da noite.
RYAN
Ryan não esperava pegar ninguém nesta festa. Ela mal tinha ido para a cama com alguém desde o fim do seu último relacionamento desastroso.
Mas, toda vez que ela encontrava os olhos verdes e penetrantes de Marco por trás da máscara, ela tinha que dizer sim, e sim, e sim de novo.
Não sobrou um lugar no quarto em que ele não tivesse fodido com ela. Eles foderam na cama, na mesa, na cadeira e até na pia do banheiro.
Ryan sabia que ficaria dolorida por dias, mas não se importava. Fazia tempo demais que um homem não a fazia se sentir tão bem. O pau do Marco era de longe o maior que ela já tinha provado, e ele sabia muito bem como usá-lo, fodendo-a em posições que ela nem sabia que eram possíveis.
Seu corpo já estava dolorido e exausto, mas ela o cavalgou de novo com gosto. Ela iria aproveitar o máximo que ele estivesse disposto a dar.
A luz do lado de fora da janela já virava um cinza de madrugada quando ele finalmente caiu de costas na cama. Ela se deixou cair também, desabando no peito dele, grudenta e satisfeita.
“Acho que você finalmente acabou comigo, gatinha”, ele murmurou, já meio adormecido.
“Foram só... o quê? Umas sete, oito vezes?”, Ryan brincou. Ela estava realmente impressionada com o vigor físico dele.
“Fica”, ele suspirou. “Dorme.” Em seguida, os olhos dele se fecharam, seguindo o próprio conselho.
Ryan sorriu olhando para ele. Seria tão fácil pegar no sono ali, no conforto do calor do corpo dele. Mas ela precisava ir.
Aquela era uma transa casual regada a álcool, mesmo que o efeito da bebida em Ryan já estivesse começando a virar ressaca. Ela não queria ficar para ver a magia acabar pela manhã.
Movendo-se em silêncio, ela se desvencilhou dele e achou seu vestido, seus sapatos e sua bolsa antes de ir para a porta. Lembrando-se do detalhe, ela também tirou a máscara suada e a guardou na bolsa.
Ela fez uma pausa na porta apenas para olhar para ele mais uma vez. O lençol estava enrolado na cintura dele e ele estava nu, com exceção da máscara, que pendia de um jeito estranho no rosto.
Ele era tão lindo. Era uma pena que ela nunca mais o veria.
DOIS MESES DEPOIS
As instruções na caixa diziam para esperar dois minutos depois de fazer xixi no palito. Ryan esperou cinco minutos, seis, sete. Ela sabia o que o teste iria dizer, mas, assim que tivesse a confirmação, seria real.
Por fim, ela não conseguiu adiar mais. Ela olhou para o pedaço inofensivo de plástico na pia do banheiro; um pequeno rosto sorridente brilhou de volta para ela, confirmando o que ela já sabia.
Ela estava grávida.
Ela se sentou de novo no vaso sanitário fechado e ficou encarando o teste.
Bem, que merda.

















































