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Firme e Fervoroso

Autor
Elé Sennex
Leituras
19,9K
Capítulos
101
Autor
Elé Sennex
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Capítulos
101
🎓New Adult & Faculdade👩🏽‍🎓Estudantes⚔️De inimigos a amantes🏙️Contemporâneo

Aff. Primeira segunda-feira da faculdade e o Peter resolve marchar direto até o balcão da cafeteria dela e arruinar sua vida.

"O que eu posso te servir, Peter? Sangue de órfãos recém-nascidos?", Cat pergunta. Ele retesa no instante em que ouve a voz dela.

"Eu jamais conseguiria terminar as suas sobras, Catherine." O desprezo dele envia descargas de empolgação pelo estômago dela. "Quanto custa o seu silêncio permanente?"

Cat se inclina para frente, observando enquanto as covinhas dele pontuam cada lado de sua expressão fechada. "Nem você conseguiria pagar por isso com o seu fundo fiduciário, Peter.

Capítulo 1

Toda vez que o ônibus fazia um barulho alto e parava de forma brusca, Catherine prendia a respiração. Era isso: ela estava aqui. Depois de um ano inteiro trabalhando até tarde e fazendo turnos extras na cafeteria, economizando cada centavo e pulando refeições com sua família, ela tinha conseguido.
Ela tinha escrito sua mensagem de texto quando eles saíram da rodovia, mantendo o dedo sobre o botão de “enviar” até este exato momento.
Cat
Cheguei na faculdade.
Antes que pudesse escorregar de suas mãos suadas, ela guardou seu celular de flip antigo no bolso. As pessoas que estavam em pé se equilibraram e se mexeram o suficiente para abrir caminho para a minoria sortuda de passageiros que tinha conseguido assentos mais cedo na viagem, incluindo Cat.
Ela se encolheu toda ao passar espremida pelo senhor idoso que a acompanhou por quase toda a viagem de treze horas. Então, ela rapidamente agarrou a alça de sua mala de lona no compartimento de cima.
“Ei, cuidado!” um dos homens em pé gritou quando a mala dela encostou nele.
Ela murmurou um pedido de desculpas, mas a resposta dele foi mais baixa e muito mais maldosa. Ele usou palavras racistas nada amigáveis que ela escolheu ignorar para sair correndo do ônibus. Todas as outras pessoas em quem ela esbarrou com a mala pesada foram muito mais gentis do que o Sr. Meias com Sandálias, embora o motorista do ônibus quase tenha fechado as portas nela antes que pudesse sair.
“Ah, uma universitária! Eu achei que ela fosse uma mendiga”, uma adolescente disse para a mãe enquanto as portas rangiam ao se abrir de novo.
Ela não podia culpá-las por pensarem isso. Quem mais carregaria a vida inteira em uma mochila e numa mala de lona e andaria de ônibus por horas a fio? Além disso, depois de tanto tempo num ônibus, ela provavelmente devia estar fedendo. E o cabelo dela…
Cat pulou o último degrau para aterrissar na calçada. Embora ainda estivessem a pelo menos duas milhas do oceano, a fumaça no ar ainda tinha um gosto salgado. Os prédios atrás dela eram mais altos do que os da sua cidade natal. Eles tinham pelo menos três andares, e eram manchados de mofo e sujeira.
Seu pai tinha dito que o lugar cheirava a esgoto com peixe podre quando eles visitaram a faculdade, mas Catherine achava que tinha cheiro de um novo lar.
Universidade de Bay City: uma instituição com mais de cinquenta mil alunos, uma das maiores taxas de evasão do estado e muitas opções de cursos, tudo isso combinado com moradias estudantis relativamente baratas. Ela quase não se inscreveu, mas sua mãe insistiu.
Sua mãe tinha dito: “Gatinha, você não trabalhou tão duro à toa. Vá para onde você quiser. Dê orgulho para a gente. Saia daqui e não volte mais.”
Cat tinha visto todos os seus amigos e familiares tentarem sair de Culosa... mas com uma taxa de desemprego de mais de vinte e cinco por cento, era difícil sair, e ainda mais difícil não voltar.
Durante todo o ensino médio, sua mãe a incentivou a trabalhar duro e encontrar um novo lar. Talvez esse não fosse seu sonho no começo, mas depois de ouvir isso repetidas vezes por quatro anos, Cat acabou adotando a ideia como se fosse sua.
E assim, depois de garantir um milhão de vezes a todos que era isso que ela queria, a família — seus pais, seus avós vivos e seu irmão mais novo — se uniu para juntar dinheiro suficiente para pagar as mensalidades de dois semestres inteiros. Isso era mais estudo do que qualquer pessoa de sua família já tinha conseguido. Ela não ia desperdiçar a chance.
Enquanto o estômago de Cat revirava de nervoso, ela ergueu a mala de lona no ombro e entrou pelos portões de barro e latão da velha missão.
A semana de calouros tinha lhe dado uma leve noção de direção neste campus de estilo meio neomexicano. Fazia apenas um mês que ela tinha conhecido novos alunos aleatórios, jogado jogos bobos, escolhido não se inscrever em nenhum clube e conseguido um quarto no alojamento. Pelo passeio, ela sabia que seu prédio, a Casa del Sol, ficava perto da Praça Oeste. Era o mais perto do complexo esportivo e não muito longe do refeitório principal.
Sua colega de quarto, que ela conheceu por apenas um minuto, tinha garantido que elas tinham uma ótima vista da pista de corrida e da piscina pela janela.
Provavelmente era o prédio mais barato disponível porque ainda não tinha sido reformado. Ele era muito procurado pelos atletas novatos, que faziam festas e cheiravam mal. Ela não se importava muito. Seu andar era uma mistura de garotos e garotas, mas ela ficava no lado do banheiro feminino.
E sua colega de quarto — era Hannah ou Harriet? — tinha dito que elas ficavam no andar acima das festas, então conseguiriam dormir à noite. Dividir o quarto com uma veterana do segundo ano tinha suas vantagens.
A dor de estômago de Cat só piorou depois de seu primeiro jantar na faculdade: nuggets de frango e bolinhos de batata frita. Devia ser o nervosismo, ela imaginou. Amanhã, ela se apresentaria para pegar seu trabalho estudantil como barista na cafeteria.
E a partir daí, ela trabalharia vinte e quatro horas por semana em troca do quarto no alojamento e de um pagamento extra de oitenta e oito dólares por semana para a comida. Tudo estava perfeitamente calculado e planejado... mas a ansiedade não diminuía.
Naquela noite, enquanto se encolhia na cama no quarto meio vazio, Cat não conseguiu afastar as lembranças da semana de calouros. Será que o dia de amanhã seria assim? Joguinhos com nomes, apresentações chatas e garotos ricos e esnobes?
Deus, ela esperava que não. Ela não conseguiria sobreviver se fosse assim.
UM MÊS ATRÁS
“Muito bem!” a loira super animada gritou. “Bem-vindos à semana de calouros! Eu sou a Rebecca, e serei a anfitriã de vocês pelas próximas horas. Só para confirmar: grupo número vinte e três, certo?”
Enquanto ela analisava o grupo à sua frente, seus olhos pararam em Cat.
Catherine concordou com a cabeça, apesar da vontade de correr para o banheiro mais próximo e se esconder. Ela era a mais baixinha do grupo, como de costume. Mas também era a mais bem vestida. Todos os outros estavam usando roupas muito casuais.
Será que usar vestido e meia-calça fazia parecer que ela estava se esforçando demais?
Um cara ao lado dela vestia uma camiseta simples que mal cabia nele de tão justa nos lugares certos. Ele claramente não estava prestando atenção em nada, com o olhar perdido. Então, Cat se permitiu admirar o quanto o jeans dele caía bem. Parecia feito sob medida, de propósito.
Ele era naturalmente bronzeado, com cabelos loiro-escuros e um corpo que parecia de ator de comercial de perfume. Talvez ela não fosse correr e se esconder no banheiro ainda.
Rebecca, a líder dos calouros, continuou: “Ótimo! A minha lista diz que eu tenho... e, por favor, me avisem se estão aqui quando eu chamar seus nomes: Jeffrey, William, Catherine, Josephina, Caroline, Xavier e JP?”
Todo mundo deu a resposta certa ao ouvir seu nome, exceto o JP da camiseta apertada, que a corrigiu dizendo: “Peter está ótimo.”
Enquanto marcava a prancheta, Rebecca se animou. “Ah, espera! Aqui diz que o seu aniversário...”
Ele a interrompeu na mesma hora: “A gente vai por ali?”
Foi a primeira vez que ele olhou para a líder deles. Ela lidou com a situação com educação, porém, e respondeu com um aceno silencioso. Ele começou a andar na direção que apontou, e ela deixou a pergunta de lado para guiar todo mundo até a sala de aula mais próxima.
A sala era mais antiga. Era uma daquelas que não tinham sido reformadas, a julgar pelo cheiro de lápis de cor e naftalina. Provavelmente era culpa do carpete antigo, que estava enrolado nas pontas. Cat se sentou em uma das oito cadeiras dispostas em círculo e começou a observar as pessoas do seu grupo.
“Vamos fazer uma roda e nos apresentar. Nome, se é transferido ou calouro, e o curso. Tudo bem?” Rebecca se sentou na última cadeira, mais perto da parede com o quadro-negro. “Eu sou a Rebecca, estou no terceiro ano e faço Desenvolvimento Infantil.”
Ela apontou para o garoto magro ao lado dela.
“Xavier, transferido, Química.”
Em seguida, uma latina vestida com roupas coloridas. “Josephina, ou Josie, transferida, e meu curso é Dança!”
A ruiva baixinha ao lado dela se animou toda. “Ah, você faz Dança? Eu também! Caroline, caloura!”
Josie sorriu. “Ah, que legal! Oi!”
“Vamos continuar”, Rebecca interrompeu, apontando para o cara de chinelos ao lado de Caroline.
“Eu sou o William, sou transferido e faço Marketing.”
Depois veio o cara ao lado dele. Era um jovem de pele escura com uma barba enorme. Por acaso todos os garotos ganhavam remédio para crescer cabelo quando terminavam a escola?
“Eu sou o Jeffrey, calouro... e ainda não decidi meu curso. Talvez Finanças.”
Cat tentou não travar e soltou uma respiração trêmula. “Catherine, ou Cat, tanto faz, sou caloura e, hã, também não decidi meu curso.”
Até que não foi tão ruim. Ela então olhou para o cara sentado ao seu lado, o cara só de camiseta apertada e jeans. Ele era muito bonito.
“Peter, transferido, e faço Matemática... por enquanto. Estou pensando em mudar para Cinesiologia.”
Ah, ele tinha covinhas.
Cat sorriu e perguntou: “Tipo Educação Física?”
A intenção era puxar assunto, mas isso pareceu irritá-lo. Ele se virou para ela com uma expressão tão simpática quanto o tom de sua voz. “Não. Tipo Cinesiologia.”
“Tááá bom.” Cat revirou os olhos. Pelo visto, custava muito caro para ele ter uma personalidade.
Rebecca disse animada: “Hum, legal! Vamos fazer um jogo! Vocês vão conhecer muita gente, e isso pode dar um pouco de medo. Então eu criei um jogo chamado Suposições. Espero que ajude vocês a lembrarem os nomes de todos.
“Funciona assim: cada um tem sua vez de olhar para os outros e fazer uma suposição positiva sobre a personalidade deles. Desse jeito: Xavier, eu suponho que você seja muito inteligente porque o seu curso é difícil. Aí o Xavier faz uma suposição sobre mim, e depois a gente passa para o próximo da roda. Deu para entender?”
O pessoal do grupo se mexeu nas cadeiras, alguns bem mais empolgados do que outros. Catherine não tinha muita certeza se essa era uma boa ideia, considerando como eram as suposições, mas... bom, valia a pena tentar. Seria legal ver o que as pessoas achavam dela à primeira vista.
Xavier limpou a garganta. “Tá bom, Rebecca. Eu suponho que você seja... não sei, hum... responsável.”
“Ótimo começo. Vamos continuar, mantendo o tema de traços positivos de personalidade. Josie, eu suponho...”
A maior parte das falas da Rebecca foi abafada pelos pensamentos agitados na cabeça de Cat. Ela começou a pensar rápido em todos os traços positivos que conhecia para tentar se preparar para a sua vez.
“Catherine, ou Cat”, Rebecca chamou, roubando a sua atenção. “Eu suponho que você seja muito amigável!”
Ah! Isso foi muito gentil. Talvez o jogo não fosse tão ruim assim. Ela sorriu. “Hum, Rebecca”, ela começou, meio insegura, “Eu suponho que você seja muito... empolgada!”
“Já falaram isso”, o Peter Rabugento ao lado dela murmurou.
“Desculpa.” Um pouco sem graça, Cat continuou: “Quero dizer, hum, entusiasmada.”
“Legal!” Rebecca pareceu bem satisfeita e continuou: “Peter, eu suponho que você seja muito versátil.”
Mas pelo visto, pela forma como Rebecca olhou, Cat não fez um bom trabalho em esconder sua expressão de discordância.
“Pelo equilíbrio entre a matemática e as ciências físicas”, ela explicou.
Peter não deixou passar essa troca de olhares. Ele tentou esconder a cara feia, mas pareceu deixar para lá. “Valeu. Rebecca, eu suponho que você seja... hã, observadora.”
Aff. Que belo jeito de fazer tudo ser sobre ele. Observadora, logo depois de receber um elogio? Sério?
Quando Catherine olhou ao redor do grupo para ver a reação deles, mais ninguém pareceu perceber o quanto aquela resposta tinha sido arrogante. Mas o jogo continuou.
Muitas daquelas palavras eram termos vazios e genéricos que se colocaria em um currículo. Organizado, preparado e esforçado. Quando chegou a vez de Catherine, ela foi com calma e falou devagar.
Para ganhar tempo, ela usou muitas palavras de enrolação, mas estava desesperada. Ela se contentou em supor que as pessoas eram líderes, centradas, apaixonadas, arrumadas, carismáticas, e... Bem, agora que tinha chegado no Peter, ela hesitou.
Dava uma pontada no peito toda vez que alguém elogiava o Peter. Ela queria chamá-lo de trabalhador, mas alguém já tinha chamado. Inteligente? Já tinham falado.
Todas as palavras de currículo já tinham sido usadas quando chegou a vez dela de fazer uma suposição sobre ele. E ela não podia dizer o que realmente achava... Arrogante. Esnobe. Com cheiro de gente rica.
Os sapatos dele não tinham nenhum arranhão. Ele era um filhinho de papai que se achava melhor do que todo mundo, obviamente. Mas ela não podia dizer nada disso em voz alta. “Peter”, ela começou devagar. Deus, que palavra? Loiro. Hã. Olhos verdes.
Não, isso era tudo físico. Forte? Ele tinha que ser forte, se gostava de treinar — e a gola da camiseta parecia estar enforcando o pescoço de touro dele.
Os braços dele também não eram nada mal. Ou talvez a camiseta é que fosse apertada demais. Ele gastou tanto dinheiro em um jeans de marca que não sobrou para comprar mais tecido para a camiseta. Então, talvez ele fosse econômico, de um jeito bizarro?
“Eu, hum... eu suponho que você seja...” Alto? Físico não! “Eu suponho que você seja... hum...”
A hesitação dela já estava começando a ficar constrangedora.
“Eu suponho que você seja rígido.” Aquela não era uma palavra ruim, mas a Rebecca fez uma cara de quem ia corrigi-la, então Cat continuou: “Quero dizer rígido num bom sentido. Tipo sério. Com a faculdade ou...”
Meu Deus, como ela ia elogiar um chato de galocha que só ficava encarando-a com uma cara de quem preferia estar em qualquer outro lugar?
Rebecca limpou a garganta. “Você quer dizer estudioso?”
“Isso! Essa é a palavra. Sim. Estudioso.”
Quando Peter finalmente se virou para ela, ele já estava claramente sem paciência. “Hum. Catherine... eu suponho que você seja...”
“Fica muito difícil no final, depois que todo mundo já falou tantas vezes”, Rebecca interrompeu, nervosa. “Funciona melhor com menos pessoas.”
O grupo deu uma risadinha educada para ela. Ela deve ter percebido a dificuldade. E o clima tenso que estava crescendo aos poucos, como fogo em palha seca.
Mas Peter e Cat continuavam se encarando, sem sorrir. Peter, apoiando o cotovelo na perna, não parava de encará-la. Ele a media de cima a baixo, julgando-a. Ela quase não conseguiu desfazer a cara feia.
Ela só conseguia imaginar o que estava passando pela cabeça dele. Ela sabia que parecia estar se esforçando demais com aquele vestido, ou que parecia idiota por achar que Educação Física e Cinesiologia eram a mesma coisa. Mas ela não achava isso! Ela só queria puxar assunto com ele.
Ele olhou para o teto. Parecia estar rezando para conseguir ser uma pessoa decente e dizer qualquer elogio aleatório. Então ele rapidamente cuspiu a palavra. “Eu suponho que você seja falante.”
Catherine engoliu a vontade de dar uma resposta atravessada. Ela apertou os lábios, forçou um sorriso no lugar da cara de raiva e se virou para a Rebecca. Falante. Sério mesmo?
“Rebecca, eu suponho que você pensa super-rápido sob pressão”, Cat disse sem perder tempo.
A sala pareceu soltar um suspiro de alívio coletivo.
“E você, Catherine, eu suponho que você seja apaixonada pelo que faz!” Graças a Deus isso tinha acabado. Ninguém nem percebeu que ela tinha repetido a palavra. Mas ainda faltava a vez do Peter.
Quando ele começou, foi bem mais rápido que ela. Parecia ensaiado. Ele usou sinônimos difíceis e palavras ridículas de dicionário. Confiável. Fiel. Muito original. Palavras que ele não quis gastar com alguém tão falante quanto ela.
Ele soltou um suspiro pesado antes de voltar a atenção para a Catherine. “Catherine, eu suponho que você seja muito... opinio...” Cheia de opiniões? “Quero dizer, você é muito... Suas opiniões são... importantes para você.”
Ela ergueu as sobrancelhas, encarando-o de volta. Era isso mesmo que ele ia falar?
“Traços de personalidade”, Rebecca lembrou com a voz fraca, de lado.
“Quero dizer... presunçosa. Ou... exig—”
“E você, Peter”, Cat interrompeu. “Eu suponho que você seja alguém que julga muito os outros. Crítico. Ou, me desculpe, exigente com as pessoas.”
Ele soltou uma risada sarcástica e disse: “Nossa, você é um amor de pessoa, não é?” Ele quase sorriu pela primeira vez desde que a semana de calouros tinha começado. O pedido de ordem de Rebecca foi ignorado. Era hora de partir para a briga.
“Lidar com você é moleza pra caralho.”
“Muito elegante.”
“Ah, vê se tira esse cabo de vassoura do cu—”
“HORA DA PAUSA PRO BANHEIRO!” Rebecca gritou agora. Cat deu um pulo na cadeira. “O masculino fica no corredor à esquerda, e o feminino à direita! Vamos lá, cinco minutos! Vamos!”

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