
O Trio de Blackwood 2: Teague
Author
Amber Kuhlman
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Chapters
55
Capítulo 1
Livro 2: Teague
EVE
O quarto estava escuro. A única luz vinha dos relâmpagos que rasgavam a tempestade lá fora. A chuva batia forte na janela, sem parar. Cada som ecoava como um aviso pelas paredes do manicômio.
O ar estava gelado, aquele tipo de frio que entra até os ossos. Mas eu mal sentia — porque Teague estava sobre mim. Sua sombra cobria a pouca luz que havia no quarto.
Seus olhos estavam cheios de fogo. Cheios de fome. Cheios de vontade de me possuir. Cheios de me conhecer.
“Porra, olha para você”, ele disse baixinho enquanto descia sobre mim. Seus dedos tocaram meu seio, depois beliscaram meu mamilo, que já estava ficando duro.
Eu ofeguei e meus quadris se ergueram sozinhos. Eu queria mais.
“Você foi feita para isso”, ele disse baixinho.
A cama se moveu ao meu lado quando Beau se aproximou. Seu corpo estava quente apesar do frio do quarto. Seu pau grosso e pesado tocou meu quadril enquanto ele passava o braço pela minha frente.
As pontas dos seus dedos traçaram linhas lentas pelo meu braço nu. Devagar o suficiente para me deixar louca. Suave o suficiente para me fazer tremer.
“Você está gelada, querida”, Beau disse. Seu hálito estava quente no meu ouvido. “Deixa a gente te esquentar.”
Prazer percorreu meu corpo. Minhas pernas se abriram sozinhas. Eu os queria. Todos eles.
A tempestade, o frio, aquele maldito manicômio — tudo desapareceu até que só restaram suas mãos na minha pele e meu próprio coração batendo forte.
Atrás de Beau, Keane soltou um som baixo e profundo da garganta.
“Porra...” ele disse com voz rouca. Ele se tocava enquanto observava.
O som atravessou meu corpo.
Me ergui sobre as mãos e joelhos. Me movi pela cama em direção a ele. O colchão cedeu sob meu peso. Quando o alcancei, envolvi meus dedos em volta do seu pau grosso.
Ele fez um som agudo entre os dentes enquanto eu o acariciava. Devagar no começo, depois mais forte quando a mão de Teague se moveu entre minhas coxas por trás.
Seus dedos trabalhavam em mim sem parar — devagar, depois rápido, depois de leve, depois fundo — como se ele estivesse seguindo um ritmo que só ele conseguia ouvir.
A mão de Beau agarrou meu cabelo, me puxando para frente.
“Abre para a gente”, ele disse baixinho.
Eu abri.
Envolvi meus lábios em volta do pau de Keane. O gosto dele atingiu minha língua enquanto Beau observava com olhos pesados.
Keane fez um som de prazer. Seus quadris se moveram sem querer. O som desceu pela minha espinha.
“Você gostou disso, não é?” Teague disse atrás de mim. Ele deslizou um dedo dentro de mim... depois outro. “Você gosta de chupar pau enquanto eu te fodo com meus dedos?”
Um som abafado saiu do meu peito. Estava abafado em volta do pau de Keane.
“Puta merda”, Beau disse com um gemido. “Olha para ela. Ela está tremendo.”
Ele estava certo — meu corpo tremia a cada movimento dos dedos de Teague. Meus quadris empurravam contra ele. Eu queria muito. Eu queria com ganância.
Cada investida raspava prazer contra uma parte de mim que eu não conseguia controlar. Enquanto trabalhava Keane com meus lábios, acariciei Beau com a mão que não me segurava. Eu amava o jeito que ele respirava mais forte cada vez que meus dedos apertavam em volta dele.
“Você quer gozar?” Teague disse baixinho contra meu ouvido.
Eu assenti com força em volta de Keane.
A mão de Keane foi para meu cabelo, me segurando no lugar enquanto ele saía devagar. Seu pau estava grosso e molhado da minha boca. Sua voz caiu para um som rouco. “Ainda não, gatinha. Não até a gente deixar.”
Um som choroso saiu da minha garganta.
Beau segurou meu cabelo mais forte, puxando minha cabeça para trás enquanto Keane passou seu pau pelos meus lábios de novo.
Eu abri para ele. Mas antes que ele pudesse deslizar de volta, Teague enfiou um terceiro dedo em mim, me abrindo.
“Caralho, ela está encharcada”, Teague disse com voz rouca.
Meu corpo inteiro pulou com prazer tão agudo que quase doeu. Meus braços tremeram. Minhas coxas tremeram.
Eu estava tão perto.
Perto demais.
Justo quando eu estava prestes a gozar, Teague tirou os dedos de dentro de mim com um som molhado.
Um grito quebrado saiu de mim quando ele me puxou pelos quadris. Ele me arrastou para longe do pau de Beau e me virou de joelhos.
Ele ergueu a mão até minha boca. “Prova você mesma”, ele disse.
Envolvi meus lábios em volta dos seus dedos. Eu os lambi enquanto ele observava minha língua se mover devagar pelas pontas.
Sua respiração saiu entre os dentes fechados.
Keane se inclinou, me beijando devagar, profundamente. Ele provou o gosto salgado de mim na minha língua. “Você tem gosto de pura magia”, ele disse baixinho contra meus lábios.
Um suspiro agudo saiu de mim quando Teague pressionou a cabeça redonda do seu pau contra minha entrada. Provocando. Empurrando um pouco. Ameaçando entrar.
Eu empurrei para trás, implorando sem palavras.
A mão de Beau encontrou meu seio. Ele rolou meu mamilo sensível entre os dedos.
Keane beijou meu pescoço. Ele chupou a pele macia forte o suficiente para deixar uma marca.
E então Teague entrou.
Eu fiz um som de prazer — alto e quebrado — enquanto ele me abria em volta dele.
Minha cabeça caiu para frente, mas Keane segurou meu queixo. Ele manteve meus olhos nos dele enquanto Teague começava a se mover.
Devagar no começo, depois fundo, depois sem parar.
“Ah... porra...” eu gritei. Minha voz estava tremendo.
“Ainda não, amor”, Teague disse com voz rouca. Ele enfiou os dedos no meu cabelo e puxou minha cabeça para trás. Dor atravessou minha cabeça, se misturando ao prazer quente.
Keane beijou meu pescoço e ombro. Ele beijou cada pedaço de pele que conseguia ver.
“Por favor”, eu implorei. Lágrimas encheram meus olhos. “Por favor, me deixe gozar. Por favor...”
“Eu disse que ainda não.” A voz de Teague se moveu contra minhas costas.
Keane tomou minha boca de novo. Ele deslizou seu pau entre meus lábios enquanto Teague me fodia por trás.
O ritmo dos seus corpos me movia como se eu nem fosse minha — como se eu pertencesse completamente a eles.
Eles me seguraram naquele limite. Eles me arrastaram por um prazer tão forte que quase parecia dor.
Teague se moveu mais rápido.
Meu corpo respondia a cada investida. Sacudindo. Tremendo. Mal respirando.
Meus braços cederam embaixo de mim, mas Beau segurou meus quadris. Ele me manteve firme enquanto Teague investia forte em mim.
Quando a mão de Teague bateu forte na minha bunda, o prazer explodiu através de mim tão forte que eu gritei.
“Goza para mim”, ele disse com voz rouca. “Agora.”
Eu me despedacei.
Meu orgasmo me rasgou em uma onda enorme tão forte que eu não conseguia falar, não conseguia respirar, não conseguia pensar.
Meu corpo inteiro caiu para frente. Eu estava tremendo sem controle enquanto Teague fazia um som atrás de mim e se esvaziava fundo dentro de mim.
Eu fiquei tremendo nos lençóis. Ofegante. Mal sabia meu nome.
“E aí, gatinha?” Keane disse baixinho. Ele ergueu meu queixo, me beijando gentilmente dessa vez. “Foi bom para você?”
Beau riu baixinho e calorosamente enquanto se deitava ao meu lado.
“Acho que foi bom para a gente também.”
O Trio saiu da cama. Eles foram ao banheiro por um tempo.
Quando voltaram, Teague tinha uma toalha quente e molhada. Ele me virou de costas com cuidado. Ele abriu minhas pernas e me limpou com movimentos cuidadosos e gentis.
Quando terminou, ele subiu ao meu lado. Ele beijou a parte interna da minha coxa antes de se deitar ao meu lado.
Keane colocou uma mecha de cabelo atrás da minha orelha e disse baixinho: “Já faz seis meses... e cada momento com você ainda parece o primeiro.”
“Você é nossa rainha”, Beau acrescentou baixinho enquanto beijava minha bochecha. “Nunca esqueça disso.”
O calor entrou nos meus ossos. O cansaço puxou meus olhos. Eu relaxei em seus corpos, seu calor, sua respiração constante.
“Descansa agora”, Teague disse baixinho. Ele passou um dedo pela parte interna da minha coxa. “A gente tem uns assuntos para resolver.”
Enquanto o sono me puxava, apenas um pensamento passou por mim:
Como eu era sortuda de ter esses homens ao meu lado — mesmo que ainda estivéssemos presos naquele maldito manicômio.










































