
O Alfa e a Companheira Híbrida: Truques do Demônio
Author
Breeanna Belcher
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Chapters
1
Os Truques do Rei Demônio
O coração de Lea batia rápido enquanto ela lia os livros antigos. Seus dedos tremiam ao tocar as letras apagadas.
Ao seu redor, o castelo estava cheio de uma energia agitada. Os criados passavam apressados pela porta da biblioteca, carregando decorações e roupas finas nos braços.
A coroação se aproximava, parecendo uma promessa brilhante, mas também um evento assustador. Ela respirou fundo e nervosa, tentando focar nas palavras à sua frente.
As palavras falavam sobre usar energias elementais. Mas a mente dela não parava de pensar na coroa que logo estaria em sua cabeça.
Rainha. O título ainda parecia estranho e não combinava com ela.
A porta da biblioteca rangeu ao se abrir. Lea levantou a cabeça rapidamente, e suas bochechas já ficaram vermelhas. Mas era apenas Ellie, entrando devagar com um sorriso torto.
“Puta merda, se não é a nossa futura rainha, lendo livros como uma boa nerd,” Ellie disse devagar, se jogando na cadeira de frente para Lea. Lea deu um sorriso tímido. “Só estou tentando me preparar. Tem muita coisa que eu ainda não entendo sobre os meus poderes.”
Ellie soltou um riso pelo nariz, colocando os pés em cima da mesa. “Querida, você poderia queimar metade do reino com um estalar de dedos. Eu diria que você está indo muito bem.”
“É disso que eu tenho medo,” Lea murmurou. Ela apertou as mãos, lembrando da energia forte que correu pelas suas veias durante a luta de treino delas. O ar tinha estalado, e havia um gosto de raio e destruição.
O sorriso de brincadeira de Ellie sumiu, e seus olhos azuis ficaram suaves com preocupação. “Ei, falando em cuzões estressados que poderiam queimar o reino, o seu namorado demônio está muito irritado hoje.”
O coração de Lea falhou uma batida. “Rel? O que foi que aconteceu?”
“Sei lá, porra,” Ellie deu de ombros, olhando para as próprias unhas. “Mas ele está pisando duro por aí como se alguém tivesse mijado no café dele. Ele quase gritou com um guarda por respirar muito alto.”
Uma pontada de preocupação apertou o estômago de Lea. Ela imaginou os olhos dourados de Rel, que normalmente eram de um tom quente de mel e vermelho, agora queimando com muita raiva. O corpo dela sentiu uma vontade forte de ir até ele, para acalmar a fera que se escondia debaixo da pele dele.
“Onde ele está?” Lea perguntou, já se levantando da cadeira.
Ellie levantou uma sobrancelha. “No salão principal. Lidando com camponeses chorões e as merdinhas deles. Você sabe, os deveres de rei e tudo mais.”
A mente de Lea pensou rápido. Ela imaginou Rel de pé sobre as pessoas que tremiam de medo, seu corpo enorme mal cabendo em sua forma humana. O pensamento fez um arrepio descer pela sua espinha, misturando medo e desejo na mesma medida.
“Obrigada, Ellie,” Lea murmurou, reunindo sua coragem. “Eu devo... eu devo ir até ele.”
O coração de Lea batia rápido enquanto ela andava pelos corredores cheios de curvas. Tapeçarias passavam rápido, com suas cores vivas sendo muito diferentes da bagunça na sua mente. Seus dedos tocaram as paredes frias de pedra, procurando algo para se apoiar.
“Eu consigo fazer isso,” ela sussurrou.
As enormes portas de madeira do salão principal estavam na sua frente. Lea hesitou, com a mão pairando sobre a maçaneta chique. Gritos abafados passavam pela porta—era a voz de Rel, profunda e grossa. Um rosnado que fez a sua intimidade apertar com um calor proibido.
Engolindo em seco, Lea abriu uma fresta da porta. A cena na sua frente tirou o seu fôlego.
Rel estava alto em sua forma de demônio, com as asas abertas e a pele vermelha brilhando. Seus olhos queimavam como fogo enquanto ele rosnava para dois homens assustados.
“Idiotas incompetentes!” ele rugiu. “Essas brigas idiotas de vocês estão me fazendo perder tempo!”
Os joelhos de Lea ficaram fracos. Mesmo com muita raiva, ele era de tirar o fôlego. Perigoso. Poderoso.
Meu, uma parte animal dentro dela sussurrou.
Ela olhou, sem conseguir desviar os olhos, enquanto as garras de Rel cortavam o ar. O cheiro de enxofre encheu o seu nariz, acendendo uma fome sexual que ela mal entendia.
De repente, o nariz de Rel se abriu mais. Ele virou a cabeça rápido para a porta, e os olhos dele se fixaram em Lea. Um sorriso de predador apareceu no rosto dele, mostrando presas muito afiadas.
“Fora!” ele gritou para os homens. “A reunião acabou. Minha rainha precisa da minha atenção.”
Os homens correram rápido, parecendo muito aliviados enquanto passavam por Lea. Ela sentiu o rosto ficar quente, com a vergonha lutando contra a excitação. O olhar de Rel não saía dela, observando cada curva do seu corpo.
“Entre, meu amor,” ele ronronou, com uma voz profunda e suave.
As pernas de Lea tremeram enquanto ela se aproximava. Rel estava relaxado no seu enorme trono, com as asas penduradas nos braços da cadeira. Ela subiu os degraus até o trono, puxada por uma força invisível.
“Olá, meu rei,” ela murmurou, beijando os lábios dele suavemente. A diferença entre a pele macia dela e a pele áspera dele mandou faíscas pelo seu corpo. “Como... como está sendo o seu dia?”
A mão com garras de Rel segurou o rosto dela de um jeito muito gentil. “Está melhor agora que você está aqui,” ele rosnou, puxando-a para mais perto.
Os olhos de Rel queimavam com um desejo muito forte. “Eu não quero falar sobre o meu dia,” ele falou com uma voz grossa, mandando arrepios pela espinha de Lea. “Só ter você aqui... é tudo o que eu preciso.”
Lea sentiu muita confiança, ajudada pelo desejo claro no olhar dele. Seus lábios formaram um sorriso brincalhão, e seus olhos castanhos esverdeados brilharam com intenção. Ela se inclinou para perto, com a respiração quente batendo na orelha dele.
“Ah, é?” ela sussurrou, deixando a sua timidez normal ir embora. “Eu acho que sei como deixar o seu dia ainda melhor, meu rei.”
As mãos dela desceram pelo peito forte dele, sentindo o coração dele bater rápido sob os seus dedos. Os batimentos de Lea também ficaram mais rápidos, com uma mistura de excitação e nervosismo correndo nas suas veias.
Será que estou sendo muito ousada? Ela pensou por um momento, enquanto antigas inseguranças tentavam voltar. Mas o jeito que Rel olhou para ela—como se ela fosse a coisa mais preciosa de todos os reinos—fez essas dúvidas sumirem.
As garras de Rel apertaram um pouco os quadris dela, e um rosnado baixo veio do peito dele. “Me conte, minha rainha,” ele ronronou, com a cauda se enrolando de forma possessiva na perna dela.
Os dedos de Lea encontraram os botões da camisa dele. “Eu acho que tenho uma ou duas ideias.”
O coração de Lea bateu rápido enquanto ela olhava para cima para Rellyon. Os olhos dele queimavam com uma intensidade que a fez perder o fôlego por um segundo. Isso estava mesmo acontecendo.
Ela lambeu os lábios de um jeito nervoso. “Eu... eu quero você,” ela sussurrou, com a voz tremendo um pouco.
Rellyon rosnou baixo na garganta, e o som mandou arrepios pela espinha dela. O corpo enorme dele ficou por cima dela, soltando calor e poder.
Lea olhou rápido ao redor da sala do trono. Qualquer pessoa podia entrar a qualquer momento. A ideia a deixou muito assustada, mas também muito excitada.
“Você tem certeza disso, pequena?” Rellyon perguntou com a voz grossa, com a mão de garras segurando o rosto dela.
Ela concordou com a cabeça, mesmo sentindo um pouco de dúvida. Será que o corpo dela aguentaria todo o tamanho dele? A forma de fera dele era muito maior, muito mais... selvagem.
Rellyon deve ter percebido a hesitação dela. “Nós não precisamos—”
“Não!” Lea o interrompeu. “Quer dizer, sim. Eu quero isso. Eu quero você.”
Ela se encheu de coragem, afastando as suas dúvidas. Ele seria cuidadoso com ela.
As pupilas dele aumentaram, e as narinas dele se abriram ao sentir o cheiro da excitação e do medo dela. “Minha brava humana,” ele ronronou.
Lea soltou um gemido baixo quando ele a puxou com cuidado, mas com força, para o colo dele. O pau dele, já duro e pulsando, pressionou contra a intimidade dela, quente e insistente. As bochechas dela ficaram vermelhas de calor, mas ela não tentou se cobrir. Em vez disso, ela esfregou os quadris contra ele, e um gemido trêmulo saiu da boca dela.
“Deuses, eu amo quando você age como um chefe forte,” ela ofegou. “Ver você liderando o nosso povo... é... muito excitante.”
Rellyon rosnou de aprovação, com uma mão apertando a cintura dela de um jeito possessivo. “Eu gosto de ter você no meu colo, sob a minha garra,” ele ronronou, com a voz tão grossa que fez o corpo dela pegar fogo. “E a sensação do seu corpo macio e flexível contra o meu... É um prazer maravilhoso.”
Os joelhos de Lea ficaram fracos quando ele passou uma garra devagar pelas costas dela. Ela tremeu toda enquanto a sua pele ficava arrepiada. Um calor se juntou entre as pernas dela, com a sua boceta já molhada de excitação.
“Lea,” Rellyon rosnou, com a voz cheia de desejo sexual. “Me diga que você tem certeza.”
“Eu tenho certeza,” ela suspirou, com a voz tremendo de desejo e expectativa. “Eu nunca tive tanta certeza.”
Com um rugido de vitória, Rellyon se levantou, segurando-a com facilidade em seus braços fortes. Com um movimento rápido da mão, ele fez uma mágica para criar uma parede de privacidade, protegendo os dois de olhares curiosos.
“Minha,” ele rosnou, empurrando-a com força para cima da mesa ao lado do trono.
Os olhos de Lea se arregalaram quando ele rasgou o vestido dela, revelando o seu corpo nu e trêmulo. Ele ficou por cima dela, com os olhos queimando de uma fome selvagem que a deixou assustada e excitada ao mesmo tempo.
“V-você tem certeza de que isso é uma boa ideia?” ela sussurrou, com o coração batendo forte no peito.
A resposta de Rellyon foi calar a boca dela com um beijo forte. A língua dele invadiu a boca dela enquanto as garras dele arranhavam de leve as coxas dela para cima e para baixo. Ela arqueou as costas, chamando-o para mais perto enquanto toda a sua vergonha ia embora.
Com um último rosnado, ele se posicionou na entrada dela. O pau enorme e pulsante dele encostou na boceta molhada dela. “Diga,” ele rosnou. “Diga que você é minha.”
“E-eu sou sua, R-Rellyon,” ela gaguejou, com os olhos ficando nublados de desejo.
Com um rugido que mandou arrepios pela espinha dela, Rellyon provocou a entrada dela com o pau dele.
Lea sentiu o rosto ficar vermelho sob o olhar forte dele. Ela se sentou e alcançou as calças dele, com as mãos tremendo. Ao abrir os botões, ela respirou fundo, sentindo o cheiro forte de macho dele—uma mistura gostosa de pinheiro e brasas quentes. O pau dele pulou para fora, um pedaço grosso e pulsante de calor e poder.
“Oh,” Lea suspirou, olhando para o tamanho enorme do pau na frente dela. Ele era ainda maior na forma de fera. Um pânico subiu pela garganta dela, mas ela o engoliu. Ela conseguiria fazer isso... por Rellyon.
“Rellyon...” ela respirou fundo, com a voz tremendo.
“Shh,” ele acalmou, passando os dedos de garras pelo cabelo dela. “Nós vamos devagar. Eu não vou te machucar, eu prometo.”
Lea fechou os olhos, se apegando às palavras dele enquanto colocava a mão devagar ao redor do pau dele. Ele estava duro como uma pedra e quente como um forno. A mão dela não conseguia cobrir nem a metade dele.
Rellyon gemeu grosso, e o aperto dele no cabelo dela ficou mais forte. “Deuses, Lea, você está me deixando louco.”
Lea pegou a mão livre e colocou no pau dele junto com a outra mão. Ela deslizou as mãos para cima e para baixo pelo pau dele enquanto ele ficava de pé na frente dela completamente nu.
Para cima e para baixo. Para cima e para baixo. Lea moveu as mãos mais rápido antes de colocar a cabeça do pau dele na boca.
A decepção tomou conta dela, pois ela sabia que a cabeça era a única parte da fera que ela conseguiria colocar na boca. Mas ela afastou esse sentimento e começou a chupar.
Ela colocava e tirava a cabeça do pau da boca enquanto as mãos dela continuavam a esfregar o resto do pau dele.
Rellyon soltou um gemido selvagem por causa da sensação. Sentir a boca de Lea ao redor do seu pau acordou a verdadeira fera selvagem dentro dele. Ele queria que ela engolisse mais, querendo tomá-la só para ele.
“Safada,” ele chiou.
Lea continuou a chupar e olhou para cima para Rellyon através dos olhos semicerrados.
A expressão de puro prazer no rosto dele parecia coisa de sonho. Um homem com tanto poder, perdendo todo o controle por causa do toque dela.
Os olhos de Rellyon se abriram, encontrando o olhar dela, e os olhos dele escureceram. “Eu preciso entrar em você, minha rainha. Eu preciso sentir a sua boceta se alargar ao meu redor e ouvir você gritar o meu nome.”
O coração de Lea parou de bater por um segundo, de tanto choque com as promessas sujas que ele tinha acabado de fazer. Isso apertou o coração dela e tornou mais difícil para ela respirar.
Rellyon colocou a mão debaixo do queixo de Lea, fazendo a cabeça do pau dele sair da boca dela. “Eu quero que a minha rainha cavalgue no seu rei no trono.”
A ideia proibida fez a boceta de Lea ficar ainda mais molhada. Transar com o seu parceiro no trono dele seria a maior prova de que eles pertenciam um ao outro.
Rellyon segurou Lea pela cintura cheia de curvas e a levantou. Ele caminhou até o trono antes de se sentar e levantar o vestido dela.
“Você é mesmo uma safada... Sem calcinha,” ele disse com uma sobrancelha levantada.
“Eu queria estar pronta para você,” Lea gemeu enquanto ele a descia devagar para o colo dele, com o pau dele pronto na entrada dela.
“Eu vou deixar você controlar esta parte; leve o tempo que precisar,” ele acalmou, sentindo que Lea estava preocupada com o tamanho dele.
O rosto de Lea ficou vermelho e ela deixou devagar a cabeça do pau dele empurrar a sua entrada. Ela já sentia o seu corpo se alargar muito para deixar ele entrar.
“Mhmmm,” ela gemeu.
Pouco a pouco, ela deixou o pau de Rellyon entrar devagar na sua boceta humana bem apertada.
A boceta dela se alargou e doeu, em uma mistura de dor e prazer que ela nunca tinha sentido antes.
Quando ela chegou na metade do pau dele, ela sorriu para ele. Ela sabia que já tinha se alargado o bastante, então ela desceu com tudo para colocar o resto dele todo dentro dela.
“AHHHH RELLYON!” ela gritou.
Um rugido forte e áspero saiu de Rellyon, e ele jurou que viu estrelas. A boceta humana bem pequena dela engolindo o pau enorme dele era uma sensação muito melhor do que qualquer outra.
Lea começou a levantar e abaixar o corpo, várias vezes. Ela deixou o pau duro de Rellyon deslizar para dentro e para fora da sua boceta.
Cheio de uma forte necessidade sexual, Rellyon segura os quadris de Lea com as mãos. Ele começa a levantá-la e a empurrá-la com força para baixo em uma velocidade muito rápida. Cada movimento faz Lea gritar bem alto sem parar.
Enquanto eles continuam fazendo sexo selvagem, Rellyon tem uma ideia para surpreender Lea e deixar o prazer dela ainda mais forte. Deslizando a cauda de debaixo do seu corpo, ele a move devagar até encostar na coxa de Lea. A pele dela parece uma seda muito macia.
A cauda dele desliza até finalmente chegar no ânus dela. Lea dá um pulo para frente de surpresa por causa do toque.
“Shhh, confia em mim,” Rellyon sussurra.
Lea respira fundo e concorda com a cabeça antes de continuar a pular para cima e para baixo. Cada pulo deixa um pedaço da cauda áspera dele entrar mais fundo no cu dela.
Lea suspira alto com a sensação, aproveitando o novo toque e como ele faz o seu prazer aumentar cada vez mais. “Sim, Rel, sim,” ela geme, jogando a cabeça para trás. Ela pula mais alto e mais rápido, descendo com mais força em cima dele enquanto o pau e a cauda dele fodem os dois buracos dela.
O corpo de Lea começa a tremer, e ela começa a se sentir cansada. Com mais um empurrão da cauda dele, o corpo dela aperta forte ao redor dele, e ela sente a batida rápida do gozo dele dentro dela.
O gozo de Rellyon e Lea os leva a novos níveis de prazer, e os dois gritam de tesão. Por fim, Lea cai mole e fraca no peito de Rellyon, totalmente cansada.
Puxando a cauda para fora e levantando Lea devagar para tirá-la do seu pau duro, ele a pega nos braços, abraçando-a com cuidado como um bebê no seu colo.
A respiração de Lea está ofegante e irregular, e ela só consegue dar um sorriso pequeno e suave. Ela olha para cima para ele, sem conseguir dizer nenhuma palavra.
“Você realmente sabe como melhorar o dia de um rei, não é?”















































