
One-Shot Erótica: Quando Três Não É Demais
Author
V. J. Villamayor
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Chapters
2
Capítulo 1
Elise não tinha certeza se eram os muitos drinks que havia bebido ou se estava apenas relaxando após uma semana estressante, mas ela se sentia animada com mais do que apenas o álcool. A batida forte da música vibrava em seu peito enquanto Celia, mais uma vez, esfregava o corpo contra a perna de Elise.
Celia sempre ficava muito carinhosa quando bebia, e embora às vezes ficassem juntas quando estavam meio bêbadas, Elise desejava um homem forte entre as pernas quando o álcool corria em suas veias.
Elise girou Celia e a empurrou para frente, de modo que ela ficasse curvada na cintura. Ela riu enquanto se esfregava contra as costas de Celia. O movimento puxou o vestido de Celia mais para cima, e Elise segurou a barra para evitar que revelasse demais.
“Parece que temos um admirador”, Celia riu, endireitando a postura e deixando a cabeça cair no ombro de Elise.
Celia apontou para as mesas do bar, e Elise quase perdeu o fôlego ao ver o homem olhando para elas. Ele tinha cabelos escuros penteados para trás e cílios grossos que emolduravam seu olhar intenso. A camisa dele estava aberta até o meio do peito, e Elise ficou encantada com o brilho de um relógio enquanto ele girava a bebida no copo.
Elise e o estranho trocaram olhares. Sem pensar duas vezes, Elise virou Celia para ficar de frente para ela, e elas continuaram sua dança provocante. Pernas entrelaçadas, quadris colados e seios pressionados uns contra os outros.
O estranho virou sua bebida, o olhar nunca deixando o dela, e Elise deslizou as mãos pela cintura de Celia para descansar em sua bunda redonda, puxando-a para mais perto no ritmo da música.
“Eu sei o que você está fazendo, Elise”, Celia sussurrou no ouvido de Elise. “Eu topo se você topar.”
A mão de Celia subiu pela cintura de Elise, contornou a lateral de seus seios e passou por baixo de seu cabelo antes de puxá-la para baixo para um beijo. Celia tinha gosto de vinho doce e dos vários coquetéis que havia bebido desde o jantar até a boate.
Elise retribuiu o beijo, com suas línguas dançando com intimidade. Ela olhou rapidamente para o estranho mais uma vez antes de mergulhar de volta no beijo com Celia.
O estranho se levantou e caminhou devagar até as mulheres entrelaçadas, colocando as mãos quentes na cintura delas.
“Senhoritas, eu não sei se vocês podem provocar um homem como eu e não esperar que eu me junte à festa?”
Celia se afastou e lambeu os lábios, seus olhos analisando o homem da cabeça aos pés.
“Eu achei que isso fosse um convite bem óbvio…”
O estranho sorriu, com seus dentes brancos brilhando sob as luzes da boate. As mãos dele subiram pelas costelas delas e passaram por seus peitos para provocar seus mamilos por cima dos vestidos.
“Meu nome é Marcus. Vamos logo, senhoritas.”
Marcus cheirava a perfume masculino marcante, bebida forte e menta.
Elise deu uma risada. “O quê, você não vai nem pagar uma bebida para a gente primeiro?”
Marcus deu um sorriso largo. “Só se vocês quiserem atrasar o que já vai acontecer de qualquer jeito. Eu prefiro muito mais que vocês duas se lembrem de como se sentiram bem esta noite do que ser um apagão de bebedeira.”
O homem tinha razão. Celia e Elise estavam mais do que bêbadas naquele momento, e a viagem dali até a casa dele as deixaria um pouco mais sóbrias.
Marcus acariciou os mamilos delas novamente de forma persuasiva. Celia se inclinou na direção dele e, em perfeita sintonia com Elise, subiu o nariz pelo pescoço dele para inalar seu cheiro.
“Mmm”, ela murmurou. Sua mão se apoiou no peito nu dele e desceu com firmeza para envolver seu pau.
Ele conteve um gemido e apertou Elise e Celia mais forte contra seu corpo, deslizando as mãos para baixo para apertar as bundas delas.
“Eu digo para darmos o fora desta porra de lugar.”
A curta viagem de táxi da boate até a cobertura dele foi um borrão. A libido de Elise estava a mil, e Celia simplesmente não conseguia manter as mãos e os lábios quietos — mas ainda não era o suficiente.
Quando Marcus se satisfez apenas olhando, ele entrou na brincadeira, alternando beijos entre Elise e Celia. Ele rosnou enquanto as mulheres o acariciavam por cima da calça.
O trio entrou cambaleando na cobertura, com as grandes janelas do chão ao teto oferecendo uma vista deslumbrante das luzes da cidade lá embaixo, lançando um brilho suave sobre o espaço aberto.
Marcus tirou a camisa e abriu a calça, acomodando-se no grande pufe na sala de estar.
“Tire a roupa dela”, ele ordenou.
Elise respondeu com um gemido baixo. “Eu adoro quando os homens assumem o controle na cama.”
Celia riu. Ela puxou para baixo o vestido sem alças e o sutiã de Elise, empurrando-a para o sofá em frente ao pufe. Ao fazer isso, ela mordeu de leve a curva dos seios de Elise.
Elise se livrou de sua roupa apertada, deixando apenas os saltos, enquanto Celia abriu o zíper de seu próprio vestido e o jogou de lado sem hesitar. O zumbido do álcool continuava a energizar as duas.
Celia subiu em cima de Elise, pressionando-a contra o sofá macio. As duas mulheres conheciam os corpos uma da outra intimamente. Como amigas, elas nunca se seguravam quando a vontade batia, muitas vezes acesas pelo álcool.
Elas sabiam exatamente como aumentar o tesão uma da outra. Elise levantou a cabeça para encontrar os lábios carnudos de Celia de novo, enquanto as mãos de Celia desciam para brincar com os mamilos de Elise.
Os mamilos de Elise eram sempre tão responsivos. Celia sabia exatamente com qual firmeza puxar e morder para criar aquela tensão aguda entre seus mamilos e o clitóris.
As línguas delas se chocaram, provando o gosto uma da outra em um frenesi selvagem. Seus dedos beliscavam e provocavam os mamilos da outra, enquanto a sensação de seus seios pressionados as incentivava a continuar.
Seus gemidos combinados encheram o ambiente. Marcus ficou mais duro. Tendo já descartado as roupas, ele alisava seu pau grosso enquanto observava as duas mulheres no seu sofá se devorando.
Ele se moveu para trás de Celia, segurando seu seio grande e dando um tapa em sua bunda redonda, ganhando um gemido alto. Ele abriu as nádegas de Celia para admirar sua bunda.
Mais abaixo, o brilho de sua buceta molhada pingava de tesão. Ele fez círculos no clitóris dela antes de arrastar os sucos da buceta para cima, passando pelo buraco do cu, e descendo de volta para o clitóris.
“Ela deixa você molhada?” ele sussurrou com a voz rouca no ouvido de Celia. Ele massageava a buceta de Celia por trás, fazendo círculos em seu clitóris enquanto a observava abaixar os lábios para chupar o pescoço de Elise.
“Sim!” Celia gemeu contra a pele corada de Elise. Ela arqueou as costas, tentando empurrar os dedos de Marcus mais fundo em sua entrada molhada.
“Ela tem um gosto bom?”
“Sim!”
“Se a boca dela tem um gosto tão bom, então sinta como a bucetinha dela é doce.”
Celia mordeu o lábio e gemeu, dividida entre a necessidade de ter os dedos de Marcus empurrando mais fundo e o desejo de provar a buceta de Elise. Elise estava explodindo com a necessidade de ter mais. As palavras sujas que Marcus sussurrava para Celia e a boca da amiga provocando a sua a fizeram gemer.
Isso foi o bastante para fazer Celia descer mais, ajoelhando-se na beirada do sofá e abrindo bem as pernas de Elise ao se lançar para frente para chupar o clitóris dela.
A respiração de Elise falhou na garganta quando Celia lambeu sua buceta encharcada com a língua plana, não apenas sentindo o gosto, mas saboreando-a. Ela se deliciou no centro de Elise com gemidos de êxtase, enquanto seus dedos delicados abriam bem a buceta dela.
Celia fodeu a buceta dela com a língua, nariz colado no clitóris, enquanto usava a língua para devastá-la e beber cada gota de tesão.
Elise arfava, ofegava, com a boca bem aberta como um peixe fora d'água enquanto seu clímax aumentava. Celia era uma mestre em chupar buceta, e Elise enterrou os dedos no cabelo de Celia, puxando-a para mais perto e esfregando seu centro encharcado contra o rosto da amiga.
A mão firme de Marcus agarrou o cabelo de Elise e puxou sua cabeça para virar, deixando-a de frente para seu pau latejante, bem perto dos lábios dela.
“Abra a boca, Elise. Vamos ver o que essa sua boquinha linda sabe fazer.”










































