
Segundas Impressões 2: Segundas Escolhas
Author
M.C. Capocci
Reads
428K
Chapters
47
Fique: Parte I
Livro 2: Segundas Escolhas
DARIUS
“Você me traiu” sussurrei. Meus dedos deslizaram devagar pelos cabelos dela. Olhei bem nos olhos castanhos dela. Minha mão apertou o rosto dela com mais força. Eu estava furioso.
“Por que você me traiu?” perguntei. Minha mão segurou o pescoço dela com firmeza, mantendo-a parada.
Eu precisava saber. Precisava da verdade.
“Não foi nada pessoal” ela me respondeu.
Mas para mim foi pessoal. Depois de tudo. Depois que eu tinha confiado nela.
“O que você fez não tem perdão” disse a ela. Meu rosto se aproximou do dela.
Ela estava chorando. Eu tinha certeza de que as lágrimas eram falsas. Ela parecia tão inocente, mas eu sabia que não era.
“Eu poderia ter te dado o mundo, Olivia. Tudo o que você precisava fazer era pedir.”
Me arrependi das palavras assim que saíram da minha boca. Vê-la assim me deixava fraco. Me deixava vulnerável.
Engoli em seco. Me forcei a ser frio. Ela não merecia minha bondade.
“Da-a-rius” ela disse com medo na voz.
Minhas mãos apertaram o pescoço dela com mais força, cortando suas palavras. Eu não conseguia lidar com meus sentimentos agora.
“Não se preocupe. Vou te mostrar como chorar de prazer” disse. Soltei ela.
Ela caiu no chão. Ficou de joelhos.
A verdade era — eu a queria. Queria foder ela. Queria destruí-la.
Olhei para o corpo pequeno dela. Decidi o que fazer em seguida.
“Agora. Se curve. Coloque as mãos na cama” ordenei. Minha paciência estava acabando.
Os olhos dela foram de mim para a cama. Ela estava lutando consigo mesma.
“Você quer que eu te foda, ou quer que eu vá embora?” perguntei. Precisava que ela dissesse sim ou não.
Eu era uma fera. Queria que ela dissesse sim. A parte selvagem de mim rugia.
Diga sim, Olivia.
“Depende. Você vai me chicotear?” ela perguntou. Parecia confusa.
Limpei as lágrimas do rosto dela. Respirei fundo. A ideia de fazer isso me fez rir.
“Por quê? Você quer que eu te castigue?” perguntei. Fiquei de joelhos atrás dela.
É isso que você quer, Olivia? Quer que eu descarregue minha raiva em você? Que te faça pagar por me trair até eu ficar satisfeito?
“Não” ela sussurrou. A voz dela soava vazia quando costumava soar tão cheia de vida.
“Mas você sabe que merece ser castigada, não sabe?” perguntei. Apertei a bunda dela.
Ela teve dificuldade em responder. Um gemido saiu dos lábios dela que me deixou duro. Muito duro.
Porra, Olivia.
“Você quer que eu te foda, ou quer que eu vá embora, Olivia?” perguntei novamente.
Precisava de uma resposta clara. Precisava saber se ela também queria isso. Se ela dissesse sim, eu ia tomar.
“Sim. Eu te quero” ela disse. Virou de costas para mim, de frente para a cama.
Vê-la assim, tão obediente, me surpreendeu. Ela estava pronta para eu machucá-la, e era exatamente isso que eu ia fazer.
Pressionei o corpo dela contra o meu. Guiei ela para frente e coloquei as mãos dela na cama.
“Quero que você fique assim” disse baixinho. Virei o rosto dela para mim.
“Deixa eu ver seu rosto uma última vez” disse. Limpei uma lágrima do rosto vermelho dela. “Tão inocente.”
Não consegui resistir ao desejo que sentia por ela. Puxei o jeans dela para baixo. Mordi a bunda dela.
Olivia Summer era minha. Minha.
“Ai, meu Deus!” ela gemeu. As costas dela arquearam enquanto eu continuava tocando ela.
Não com delicadeza, mas como se eu fosse dono dela. Esta noite, eu ia tomar o que uma vez me puxou para a armadilha dela.
Eu tinha que destruir cada pedaço de inocência que Olivia tinha. Era a única maneira.
“Estou começando a achar que você gosta quando eu te trato como uma vadia. Está pronta para se tornar minha putinha?” perguntei. Mordi a outra nádega dela.
“Não” ela disse com firmeza, lutando contra mim.
Deslizei um dedo dentro dela.
“Então por que você está tão molhada?”
“Porra” ela disse. Os olhos dela se fecharam quando adicionei um segundo dedo. Curvei eles dentro da buceta apertada dela.
Ela estava me deixando louco.
“Você não merece esse prazer” disse. Abri o zíper da minha calça.
“Mas vou te dar mesmo assim.”
Eu ia dar a ela. Eu estava mais sob o controle dela do que ela jamais saberia.
Ela arqueou as costas, me dando mais acesso. Ela era uma boa menina, logo seria minha puta.
Porque era tudo o que ela era, uma puta. Uma puta por dinheiro. Eu tinha que me lembrar disso.
Ela é só uma puta qualquer, Darius. Ela não merece seu respeito.
“Agora deixa eu te foder direito, como prometi” disse. Bati meu pau contra a palma da mão.
Ela se virou ao ouvir o som. O rosto dela estava vermelho.
“Com medo, bichinho?” provoquei. Meu pau estava duro na minha mão enquanto eu observava os lábios dela.
Ela engoliu nervosa enquanto eu continuava.
“Deveria estar, porque não me sinto mais culpado sobre o que vou fazer com você.”
Eu menti.
“Quatro rodadas como minha puta, Olivia. Vamos ver como você aguenta uma” disse. Coloquei uma camisinha no meu pau. Planejei meu próximo movimento.
Destrua o que sobrou. Faça a versão dela que me amoleceu desaparecer.













































