
Pecados do Knight Livro 2: Seu Garanhão
Author
Jen Cooper
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UM
Livro 2: Seu Stallion
STALLION
“Sim! Ah, sim! Me fode! Mais forte!” Clarissa gritava, a cabeceira do quarto dela batendo contra a parede do escritório dele. Ele deu um sorriso de canto, recostando-se na cadeira, ouvindo ela gritar. Ela estava fingindo.
Ele conhecia cada grito dela, e o cara que estava transando com ela não estava conseguindo levá-la ao limite.
Dominic ficou olhando para a parede, observando-a vibrar com a cama do outro lado, levando os dedos aos lábios enquanto esperava. Eles ainda tinham o cheiro da buceta dela, tão doce e deliciosa, seu sabor favorito.
Isso fazia o pau dele latejar dentro da calça social, e ele se ajeitou, sabendo que precisava ter paciência. Ela ia precisar dele depois que terminasse com o palhaço do cliente para quem estava fingindo.
Ele já conseguia ouvir a frustração na voz dela. Isso fazia seu estômago se apertar de desejo ao pensar em vencer mais um possível rival na relação que tinha com ela.
Ela era dele.
Não importava quantos clientes ela fodesse, ele sempre seria dono do corpo dela, porque sabia exatamente o que ela precisava. E agora ele também seria dono da mente dela, porque era nele que ela pensava sempre que saía do apartamento.
Ele fez questão disso.
Batucou os dedos na mesa enquanto o computador apitava com uma chamada recebida. Conferiu o identificador e atendeu.
“Dan,” ele atendeu o irmão com um sorriso.
“Dom. Você está com essa cara pensativa e intensa de sempre. A Clarissa tá transando com um cliente?” ele deduziu, e era o único que Dom deixava lê-lo assim. Ele assentiu uma vez, e Dan riu.
“Então ela vai terminar logo, irmão. Quando você vem me visitar? Eu adoraria uma visita daquela sua garota. Essa coisa toda de ser pai tá me deixando precisando de um alívio de verdade.” Ele deu uma risada.
Dom tinha que admitir que a paternidade parecia horrível.
Dan reclamava sem parar sobre falta de sono e dinheiro. Ele era rico pra caralho, os restaurantes dele eram os mais bem-sucedidos da América.
Não que ele gastasse alguma coisa. Dan nunca ligou para os números nas contas dele — era por isso que Dom cuidava disso para ele. Ainda assim, não ficava mais fácil ouvir sobre as dificuldades de ser pai.
Dom não tinha nenhum interesse em deixar isso acontecer com ele. A menos que Clarissa mudasse de ideia sobre “nunca, jamais, em hipótese alguma ter um parasita dentro dela,” essa porta estava bem fechada para ele. E ele estava pouco se fodendo.
“Eu levo ela na semana que vem,” Dom disse, prestando atenção nos sons do orgasmo dela, mas o mal-humorado no outro quarto não conseguiu levá-la até lá.
Isso o fez sorrir de canto. Ela ia ficar desesperada e se jogar em cima dele. E ia ficar puta. Ela odiava não ter o que precisava, o que funcionava muito bem porque ele adorava dar isso a ela.
“Valeu. Olha, eu queria te falar uma coisa,” ele disse, e Dom virou para a tela ao perceber o tom sério.
“O quê?”
“O Mason comprou um apartamento no seu prédio. Queria saber se você tava sabendo.”
Dom cerrou o maxilar ao ouvir o nome do irmão que ele teria o maior prazer em deserdar.
Ele tinha machucado ela. Sua Minx tinha ficado com medo dele, e Dom estava determinado a descobrir o porquê. Mas até lá, não queria os dois perto um do outro, muito menos se esbarrando no saguão todo santo dia.
Ela era dele, e o Mason parecia estar se preparando para começar algo que não seria capaz de terminar.
“Eu não sabia,” Dom respondeu seco, pegou o celular e digitou uma mensagem para o investigador particular.
Dom
O Mason está tramando alguma coisa. Descubra o que é.
Ele enviou a mensagem e olhou para cima quando Clarissa entrou.
As bochechas dela estavam coradas, o vestido sendo arrancado do corpo enquanto chutava os saltos para longe, uma expressão furiosa estragando aquelas feições lindas. Ela era de tirar o fôlego. Gostosa de dar pecado.
Pernas longas, pele radiante e impecável, seios perfeitos feitos para caber nas mãos dele, uma barriga firme e com a energia de uma cadela no cio. E ainda tinha aqueles lábios cheios e olhos desafiadores.
A garota perfeita dele, e ela vinha andando na direção dele com assassinato no olhar. Rosnou, irritada, enquanto puxava a calcinha de renda, subindo no colo dele.
“Estou em uma ligação, Minx,” ele disse, e ela olhou por cima do ombro sem se importar nem um pouco por estar nua.
Normalmente ele teria desligado de qualquer jeito, mas queria deixá-la ainda mais frustrada, ainda mais pronta para o que só ele podia dar. Ela relaxou um pouco quando viu que era o Dan. Ele sorriu para ela.
“E aí, gata.” Ele piscou, e ela deu um meio sorriso.
“Oi, Dan, eu te ligo de volta,” ela disse, fechou o laptop e virou a raiva para ele. Até que enfim, porra. Ela puxou a camisa dele, abrindo os botões.
“Filho da puta. Pau de camarão, mete e vaza, desgraçado.” Ela xingava como uma marinheira, e ele sabia que quanto mais palavrões ela usasse, mais forte ele ia poder foder ela. O pau dele já estava pulsando só de pensar.
“O cliente não foi suficiente, Minx?” ele perguntou, beijando ao longo do maxilar dela enquanto ela arrancava o cinto das presilhas, puxando e estalando na frente dele. Ele deu um sorriso de canto quando ela segurou o cinto para ele.
Ele sabia o que ela queria e se levantou. Ela empurrou as coisas dele para o lado e sentou na mesa, esperando que ele assumisse o controle. E ele ia fazê-la esperar ainda mais.
“Ele gozou assim que eu botei a boca nele, então fiquei lá, sendo sexy, fazendo o jogo, ouvindo ele choramingar, e aí aquele infeliz finalmente ficou duro de novo. Sentei em cima dele e ele nem me faz gozar? Tá de brincadeira? Esperei uma porra de uma hora inteira!” ela rosnou, os punhos cerrados na borda da mesa dele.
Ele a puxou da mesa, virou de costas e empurrou a cabeça dela contra a superfície. Dom abaixou as calças e deslizou o pau duro ao longo das dobras dela. Ela suspirou, esperando que ele entrasse, mas ele queria ver até onde conseguia levá-la.
Inclinou-se sobre ela, beijando ao longo do ombro, mantendo-a presa antes de passar o cinto por baixo do pescoço dela. Colocou-o pela fivela e puxou.
A cabeça dela veio para trás, as costas se arqueando, a bunda encaixando perfeitamente no pau dele entre as nádegas. Ele apertou o cinto ao redor do pescoço dela e beijou ao longo da orelha, do rosto, das costas, os dedos dele roçando na buceta dela, fazendo-a estremecer.
“E você quer gozar, não quer, Minx?” ele perguntou, e ela se mexeu impaciente. Ele agarrou as mãos dela e segurou atrás das costas, admirando o jeito como a bunda se movia contra ele, tentando encontrar algum atrito.
“Sim!” ela respondeu irritada, e ele riu baixinho.
“E se eu quiser ver você esperar? Ver você implorar?” ele provocou, e ela olhou furiosa para ele, tentando virar a cabeça na direção dele, mas o cinto estava apertado demais. Ele roçou nas dobras dela de novo, e ela gemeu baixinho.
“Stallion,” ela choramingou e tentou se empurrar contra as mãos dele. Ele deu um tapa na bunda dela, e ela arfou, a marca dele aparecendo na carne. Ele deu um meio sorriso e acariciou a marca.
“Paciência, Minx,” ele disse, tomando seu tempo para deslizar o pau contra as dobras dela que agora estavam escorregadias de desejo por ele. Era exatamente isso que ele queria dela.
Ele não queria o que ela produzira para outro cara. Queria superá-lo, mostrar a ela quem podia dar ao corpo dela o que ele precisava quando os outros falhavam. Ele nunca falhava.
Dom abriu as nádegas dela, cuspiu no cuzinho, espalhou, enfiou o polegar antes de puxá-lo de volta e dar outro tapa na marca vermelha. Ela gritou, empurrando-se contra ele, esfregando o pau dele contra ela. Ele segurou os quadris dela para impedi-la.
“Enfia essa porra de pau em mim e me faz gozar, ou eu vou achar alguém que…” Ele meteu dentro dela com força, roubando as palavras dela, substituindo o pensamento por gemidos.
Ele investia nela, ondas de puro êxtase percorrendo seu corpo, deixando-o quente e úmido de suor. Ela era dele, de mais ninguém. Dele.
Ele a preenchia tão rápido e forte que a boca dela ficou aberta, gritos e arfadas intermitentes escapando daqueles lábios escurecidos enquanto ela tentava respirar apesar do cinto apertado na garganta.
Ela era tão gostosa, a buceta agarrando o pau dele como se estivesse faminta, e ele fazia questão de que ela só desejasse ele.
Dom a foi levando ao limite, mantendo-a tensa, se movendo dentro dela, o corpo inteiro tomado por uma necessidade intensa de gozar. Ele perseguia o prazer, fodendo-a contra a mesa, os quadris investindo contra ela, empurrando os dela contra a madeira.
Ela teria marcas roxas ali no dia seguinte, mas ela nunca se importava quando era ele que deixava as marcas. Diferente de quando um cliente fazia. Ele gostava dessas diferenças.
Ele gemeu quando ela apertou a buceta no pau dele, empurrando a bunda contra as investidas, fazendo-o ir mais fundo.
“Porra, sim, Minx. Tão gostosa,” ele soltou com o maxilar travado enquanto ela arqueava ainda mais para trás, o ângulo fazendo-o acertar aquele ponto que fazia a voz dela ficar aguda a cada grito.
Ele sorriu de canto e se enterrou fundo nela. O orgasmo dela explodiu, os olhos tremulando, quase revirando, enquanto ele soltava o cinto.
Ela puxou o ar com força, e ele sabia que isso tornaria o prazer ainda mais intenso. Ela agarrou os papéis em cima da mesa com os punhos cerrados, tremendo contra ele, as coxas estremecendo enquanto ele dava mais um tapa na bunda dela.
Ela soltou um gritinho sem fôlego, gritando de novo quando ele a forçou a ter outro orgasmo.
Ele adorava ver aquilo. Ela perdendo o controle, tentando lutar contra ele, tentando retomar o domínio quando ele tomava o corpo dela com tanta intensidade. Mas quando transavam, ele era o dono, e esse pensamento fez o próprio orgasmo dele chegar com tudo.
Ele grunhiu enquanto o prazer percorria seu corpo, fazendo-o parar dentro dela, a porra enchendo-a com cada latejada do pau. Ele se inclinou sobre as costas suadas dela e as beijou, passando os dedos pelo pescoço, massageando as marcas do cinto.
“Puta que pariu,” ela suspirou, então se levantou, tremendo ao colocar peso nas pernas. Ele percebeu, como percebia tudo sobre ela, e a pegou no colo, sentando-a na mesa.
“Melhor?”
Ela assentiu e olhou para baixo entre as pernas, a porra dele escorrendo.
“Tô sujando sua mesa de porra,” ela riu, e ele deu de ombros. Não se importava, desde que fosse a dele.
“Então limpa, Minx,” ele provocou, mas ela sempre o desafiava, e ele deveria ter pensado melhor. Ela recolheu a porra da mesa com o dedo e chupou, lançando um sorriso malicioso antes de descer da mesa.
“Eu tenho um jantar,” ela disse, pegando o vestido e os sapatos, deixando-o ali, nu e ainda duro por ela. Era algo corriqueiro. Por mais que ele a quisesse e precisasse saciá-la, ela precisava deixá-lo querendo mais.
Era o jogo que jogavam. Ele vestiu as calças e foi atrás dela.
Ela estava no chuveiro, e ele ia se esgueirar por trás dela quando o telefone tocou, e ela olhou por cima do ombro.
“Você acha que eu não percebo quando esse seu corpão vem se arrastando?” ela riu, e ele balançou a cabeça, atendendo a ligação. Era o investigador particular.
“O Mason comprou um apartamento no seu prédio. Até onde conseguimos verificar, foi só isso que ele fez.”
“Verifique os registros telefônicos e o histórico de navegação dele,” Dom ordenou, com a voz baixa para que Clarissa não ouvisse por causa do chuveiro.
“Já verificamos, senhor. Está limpo.”
“Me mantenha informado.” Dom desligou quando ela saiu do chuveiro e se vestiu com outro vestido lindo para outro cara que não ia satisfazê-la. Ou talvez satisfizesse, mas ela ainda viria implorando pelo pau dele depois, e isso o fez sorrir.
“Você é linda,” ele disse, beijando-a.
“Eu sei. Agora vai se arrumar. Tenho uma cliente que gosta de ser observada, e quando eu disse que tinha o cara perfeito, ela ficou bem animada.” Clarissa deu um sorriso malicioso, e o pau dele reagiu.
“Ela?”
Ela olhou por cima do ombro, assentindo com um sorriso sapeca. “Anda logo. Ela disse que se você se comportar direitinho, pode brincar também.” Clarissa provocou, e ele tomou o banho mais rápido da vida, sem se importar que aquela Minx o tinha na palma da mão, porque era exatamente ali que ele queria estar.
Ele daria tudo que tinha para continuar sendo o Stallion dela.













































