
Conto Erótico: Fogo e Gelo
Uma simples aposta no escuro se transforma em um jogo efervescente de charme e coragem quando Yasmin e suas amigas cruzam o caminho de Sam, um homem que nunca recua diante de um desafio. O que começa como um provocante “eu desafio você” logo escorrega para uma troca de flertes em que ninguém quer perder, mas todos, em segredo, torcem para que o outro leve as coisas um passo adiante. Faíscas surgem, risadas ecoam e a linha entre diversão e sentimento começa a se embaralhar. É divertido. É ousado. E é aquele tipo de momento que fica gravado muito depois que a efervescência se vai. Quem diria que um desafio poderia ser tão eletrizante?
Fogo e Gelo
“Tá bom... eu admito, essa foi a melhor ideia que você já teve. De todas. Você estava certa.”
Yasmin sorriu com as palavras gentis. Seus olhos estavam fechados enquanto ela relaxava na água quente da banheira. A névoa ao redor delas era uma mistura de vapor da banheira e neblina da área nevada lá fora.
Jayda tinha precisado de muita insistência para concordar em entrar na banheira com Yasmin. E claro, Yasmin estava certa. Era ótimo.
“Mas eu não estou sempre certa?” Yasmin riu.
Ela era a mais solta entre as duas mulheres. Era a que se jogava de cabeça em coisas novas. Era a corajosa. Era a que quase sempre dizia sim.
Jayda era diferente. Era cuidadosa e preocupada. Preferia estar segura a correr riscos.
Jayda revirou os olhos. Yasmin não viu porque seus olhos ainda estavam fechados. “É, é, é...” Ela riu.
As duas amigas beberam vinho e aproveitaram o silêncio do chalé na neve.
Normalmente, esse deck da banheira ficava aberto para o resto do chalé compartilhado. Mas era baixa temporada. Jayda e Yasmin pareciam ser as únicas que tinham reservado quartos até agora.
“Você precisa relaxar mais vezes” Yasmin disse. “Você se segura demais. Vai perder a vida se continuar deixando ela passar por você. Quantas vezes você só fez coisas porque eu insisti?”
Jayda riu. “Insistir é diferente de me forçar e pressionar.”
“Ah, tanto faz. Mesma coisa. O que eu quero dizer é” Yasmin levantou os ombros, tomando outro gole do vinho “você precisa simplesmente dizer sim. Diga sim para a próxima coisa que aparecer no seu caminho. Você está na casa dos trinta, solteira, linda, e... com muito medo do mundo.”
Jayda riu e espirrou a água borbulhante em Yasmin. “Muito obrigada!”
Yasmin riu junto com ela e terminou seu copo. “Se a carapuça serviu...!”
Ela observou Jayda terminar seu vinho também e apontou para a garrafa vazia. “Vou abrir outra. Fica aqui. Vou pegar algo para comer também.”
Jayda assentiu e deslizou mais para dentro da água borbulhante. Seus olhos se fecharam novamente enquanto relaxava.
Yasmin se preparou para o frio. Ela saiu da água, rapidamente enrolou a toalha nos ombros e correu pelo deck de pedra em direção ao interior quentinho do chalé.
Yasmin estava segurando uma garrafa de vinho em uma mão e olhando o pequeno estoque de lanches quando alguém pigarreou atrás dela.
“Bom, essa não era uma visão que eu esperava quando cheguei aqui. Não que eu esteja reclamando.”
Yasmin pulou e girou para se ver cara a cara com um estranho bonito. “Puta merda, você me assustou!”
O estranho riu de forma desajeitada e recuou. Apoiou o quadril no balcão da cozinha. “Desculpa! Achei que você fosse uma amiga minha. Geralmente fico aqui com alguns amigos também, mas acho que eles ainda não chegaram. Não sabia que teria outras pessoas aqui também. Eu me chamo Sam.”
Os olhos de Yasmin percorreram lentamente o estranho à sua frente. Cabelo loiro claro, barba da mesma cor, e o que ela podia imaginar ser um corpo em forma sob o suéter de tricô quentinho.
Mesmo sendo grande, o suéter ainda ficava justo nele e mostrava seu corpo atlético.
“Você não é algum cara maluco que vai me matar, é?” ela meio que brincou. Continuou olhando nos olhos dele enquanto se abaixava para pegar alguns chocolates. Foi a primeira coisa que sentiu na despensa.
Sam riu. “Só sou malvado quando quero ser.” Ele piscou. “Mas no geral? Não, você não precisa se preocupar comigo sendo um serial killer.”
Yasmin pareceu satisfeita. Levantou os ombros em aceitação. “Tá bom, então. Suficiente pra mim.” Apontou a cabeça em direção ao deck da banheira. “Vem lá fora conhecer a Jayda, caso você assuste ela também sem querer. Ela não é tão receptiva a um cara aleatório aparecendo por trás dela quanto eu.”
Embora tivesse dito de forma normal — falando sobre o que tinha acontecido momentos atrás — havia um leve duplo sentido sexual nas palavras.
Sam deve ter percebido, porque sorriu e estendeu a mão para o lado. Estava dizendo para ela liderar o caminho. Não escondeu exatamente seu olhar lento pelo corpo arrepiado de Yasmin quando ela passou. Mas não pareceu sujo, apenas curioso e gostando do que via.
O ar gelado picou a pele deles assim que saíram. Jayda virou para encará-los.
À primeira vista de Sam, ela ofegou e se abaixou até a água borbulhante da banheira alcançar seu pescoço.
“Ahh... Yasmin?”
“Jayda, esse é o Sam. Sam, essa é a Jayda” Yasmin disse, balançando a garrafa de vinho de um lado para o outro. “Eu sei, eu sei, não é o lanche que eu planejava trazer... mas quem está reclamando.”
Sam riu e começou a explicar que também estava hospedado no chalé, como fazia todo ano.
Devia ser a mistura de vinho, a sensação relaxante e a atitude descontraída de Sam. Mas não demorou muito para Yasmin começar a pressionar Sam a se juntar a elas.
“Você está estragando a diversão, Sam!” Yasmin riu. “Entra com a gente, em vez de ficar aí tremendo!”
“Eu vim aqui pra fazer snowboard!” ele riu de volta. As mãos levantadas em rendição. “Não trouxe roupa de banho!”
Yasmin revirou os olhos enquanto Jayda continuava rindo.
“Então fica só de cueca! Ou entra pelado! Ah, na verdade... faz isso! Eu te desafio!”
Yasmin tinha enchido cada vez mais a taça de Jayda o tempo todo em que estavam se conhecendo. Ela agora estava tão ousada quanto a amiga divertida.
Jayda se juntou ao canto de Yasmin, rindo, “Tira tudo!” enquanto Sam falhava em encontrar uma razão para não entrar.
Um “ah, foda-se” baixinho mal foi ouvido sobre as risadinhas das garotas. Quando Sam se levantou para tirar o suéter de tricô e a camisa, os gritos de alegria delas ecoaram pelo ar da montanha.
Ele estava só de cueca quando as garotas o incentivaram a continuar. Ele riu e estralou o elástico de forma provocante.
“Eu tiro se vocês tirarem também. Não preciso ser o único pelado aqui.”
Yasmin mordeu o lábio em empolgação. Olhou para o polegar de Sam enquanto ele brincava de forma provocante com o elástico da cueca.
O tecido não conseguia esconder o volume. Era bem grande mesmo sem estar duro.
“Troca justa, né?” Yasmin perguntou com um sorriso.
“Ele quer ver peitos!” Jayda riu livremente. Sua timidez habitual tinha sumido junto com o medo. Seus olhos captaram o olhar direto de Sam para a amiga. “Não o culpo. Eu falo o tempo todo, Yasmin, seus peitos são incríveis. Eu trocaria os meus pelos seus qualquer dia.”
Yasmin tinha seios grandes e empinados. Tinha ganhado do cirurgião plástico. Pareciam bem naturais. Ela revirou os olhos em resposta, encarando o par naturalmente cheio de Jayda.
Sam estava sentado na beira da banheira. Arrepios cobriam sua pele, mas suas pernas mergulhavam na água quente enquanto ele ouvia a conversa sobre de quem os peitos eram melhores.
“Bom, vamos acabar com essa discussão então. Vou decidir quem tem os melhores peitos e se os da Yasmin são uma cópia dos seus ou não.”
Ele disse como brincadeira, mas as garotas estavam bêbadas demais e envolvidas demais na conversa para Yasmin esperar.
“Vamos! Meus peitos estão nas redes sociais do Dr. Reye de qualquer jeito.”
Jayda, embora bem mais relaxada, levantou as mãos na frente dela rindo. “Pode comparar à vontade, mas eu não vou tirar meu biquíni!”
Yasmin já estava puxando o laço do biquíni preto minúsculo. O nó atrás do pescoço se soltou. Em questão de segundos, ela tirou e jogou o pedaço molhado de tecido de lado.
“O quê? Não fica tímida! Sam, fala pra ela, se ela tirar o biquíni pra gente comparar, você tira a cueca.”
Sam estava encarando os seios de Yasmin. Maiores que um punhado, em forma de lágrima com mamilos pontudos. Graças ao ar frio, ele estava fascinado. O cabelo de Yasmin estava preso num coque no topo da cabeça. Isso mostrava seu pescoço elegante e dava a ele uma visão clara da pele lisa.
Ele abriu as pernas mais, só um pouco, para dar espaço ao movimento que tinha começado a sentir lá embaixo.
“Alô, Sam!” Yasmin acenou a mão. Não estava nem um pouco envergonhada de ele estar encarando seu peito. “Fala pra ela!”
Sam saiu do transe e sorriu para Jayda. Ela estava olhando para os dois com diversão. Os olhos de Jayda ainda tinham um toque de timidez. Ele não a culpava. Ele era basicamente um estranho.
Ela levantou o queixo e cruzou os braços sobre o peito. Isso só empurrou seus próprios seios para cima e juntos num decote impressionante. Então disse: “Ele pode comparar perfeitamente bem com meu biquíni. Eu me sentiria tão... sei lá... exposta!” Olhou diretamente para Sam e sorriu de forma brincalhona. “Eu te desafio a tirar a cueca. Vamos ver como você se sente completamente exposto.”
“Querida, eu já estou praticamente nu. E estou sentado no ar gelado, já estou exposto!”
Sam sorriu e se inclinou para frente. Os cotovelos nos joelhos abertos, se aproximando dela. “Eu te desafio de volta.”
Yasmin se moveu para frente e sentou ao lado de Jayda. Como Jayda estava de frente para Sam e com o corpo virado para ele, Yasmin estava basicamente sentada atrás dela. Brincou com o biquíni vermelho de Jayda mas olhou para Sam. As duas mulheres tinham os olhos fixos nele.
“Você primeiro, Sam.” Yasmin se levantou. Seus seios subiram acima da água o suficiente para os mamilos ficarem à mostra, antes de mergulhar de volta sob as bolhas “Peito por peito.”
Sam não fazia ideia quando dirigiu pela cordilheira nevada que acabaria tirando tudo e comparando os seios de duas mulheres numa banheira. Definitivamente não achava que essa oferta cairia no seu colo duro de novo, então... por que não?














































