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Meu Caubói Livro 2

Autor
Tinkerbelle Leonhardt
Leituras
16.0K
Capítulos
30
Autor
Tinkerbelle Leonhardt
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Capítulos
30
🕵️Crime & mistério🤠Cowboys💪🏻Protetor🏙️Contemporâneo🏡Cidades pequenas & zona rural

A história de amor de Cora e Hael é tudo, menos comum. De um pedido de casamento apaixonado sob fogos de artifício a tensões familiares e ao lançamento de uma revista feminina, a jornada dos dois é cheia de altos e baixos. Enquanto se preparam para o casamento, enfrentam desafios inesperados, incluindo uma batalha judicial, uma alpaca fugitiva e um tornado devastador. Em meio a todo esse caos, o vínculo entre eles se fortalece, culminando em um casamento emocionante e em uma revelação surpreendente durante a lua de mel.

Bem-vinda à Família 🌶️🌶️🌶️

CORA

"Isso é um sim?" Hael perguntou, seus olhos azuis arregalados de antecipação.
Eu sorri, o puxando para outro beijo enquanto os fogos de artifício continuavam a explodir.
Corri meus dedos por seu cabelo cor de areia e levantei um pouco minha saia para poder montar nele.
Ele soltou um gemido profundo quando eu sentei em seu colo. Conseguia sentir ele ficando duro.
Deixei minha mão vagar para baixo até chegar dentro de sua calça.
Eu acariciei sua masculinidade.
Isso foi todo o incentivo que ele precisou para me virar de costas.
Ele estendeu uma mão áspera para dentro da minha saia, dedos me provocando por cima da calcinha.
Sua outra mão viajou por baixo da minha camisa para apertar meus seios.
Eu gemi alto, mas os fogos de artifício consumiram qualquer barulho que eu fizesse.
"Baby", eu consegui dizer.
Tentei acariciar seu membro novamente, mas ele agarrou minhas mãos nas suas e as levantou sobre minha cabeça.
Ele me segurou ali, com firmeza o suficiente para que eu não pudesse me soltar sem sua permissão.
"Uh-uh," ele brincou.
Ele trouxe sua boca até meus seios expostos, sua língua rodando em círculos antes de morder levemente meus mamilos endurecidos.
Eu movi meus quadris para cima para encontrar sua dureza, mas eu precisava de mais, e precisava logo.
"Hael...", eu choraminguei.
Satisfeito por eu estar maleável em suas mãos, Hael tirou uma mão dos meus pulsos e a usou para liberar seu membro.
Ele esfregou a ponta contra meu clitóris úmido, e eu tentei puxá-lo para dentro de mim, mas sem sucesso. Ele não deixaria ainda.
"Isso é um sim?" ele repetiu com um sorriso malicioso.
"O que eu ganho se for?"
Finalmente, ele encontrou meus olhos e se empurrou contra minha entrada acolhedora.
"Oh Deus! Hael!" Eu gritei, arqueando minhas costas enquanto seu comprimento me preenchia.
Ele ainda estava de joelhos, sua forma sólida, e eu trouxe minha pélvis ao encontro da dele.
Apertei minhas pernas ao redor de seus quadris enquanto ele entrava lentamente em mim, a mão que não segurava meus pulsos agarrando a carne da minha coxa.
Ele acelerou o passo, e logo eu fiquei desesperada para usar minhas mãos – para arranhar com minhas unhas suas costas largas.
Finalmente, ele permitiu que minhas mãos ficassem livres.
Agarrei em seus ombros e puxei meu torso para ficar nivelado com o dele enquanto ele deslizava para dentro e para fora de mim.
Ele segurou todo o meu peso em seus braços fortes sem esforço enquanto se sentava e continuava a me foder.
Eu estava tão perto de gozar.
Minhas bochechas estavam quentes, minha respiração irregular, eu fechei meus olhos enquanto a euforia inundava meu corpo.
Assim que teve certeza de que eu estava satisfeita, Hael gozou.
Ele soltou um gemido satisfeito, e eu senti sua semente quente me inundar.
Finalmente, me apoiei no chão de madeira da varanda, com Hael respirando pesadamente em cima de mim.
Ele me olhou nos olhos novamente.
"Então isso é um sim?" ele disse pela terceira vez, ofegante no meu ouvido.
"Não… Isso é a porra ~de um sim."

HAEL

Em um sábado ensolarado do mês seguinte ao nosso noivado, Cora e eu chegamos e estacionamos em frente à nova casa de Bree-elle e Tobias por volta das seis da tarde.
Eles haviam se mudado da casa da nossa família - que agora estava de volta aos cuidados do meu pai - e se mudaram para uma casa do outro lado da cidade.
Os pais de Tobias se ofereceram para construir uma casa novinha em folha para eles em Plainview, mas ficaram felizes com uma que dava para consertar.
Isso foi ideia de Ellie. Tinha puxado a mim e ao papai a esse respeito.
Uma vez que eles deixaram o lugar apresentável o suficiente, decidiram organizar um jantar em família.
A caminhonete enferrujada do papai já estava estacionada na garagem. A Mercedes dos pais de Tobias também estava lá.
Era a semana anterior ao Dia de Ação de Graças, e eu tinha muito a agradecer, com o noivado e tudo mais.
Ainda não parecia real. As últimas semanas pareciam que estávamos brincando de casinha. Contentes com a nossa vida feliz e simples.
Nós não começamos a planejar o casamento direto, ainda não, o que estava tudo bem ~para mim.
Havia muito mais coisa em um casamento do que eu esperava – confirmações, bufê, jantar de ensaio, envio dos convites reais, fotógrafos, esquemas de cores, flores…
Fazia minha cabeça girar só de pensar.
Dito isso, não mudava nada o fato de que eu era o homem mais feliz do mundo.
Eu estava me casando com uma mulher incrível, inteligente e sexy que me amava tanto quanto eu a amava.
O que não há para ser feliz? ~
"Pronto para fazer isso?" perguntou Cora.
"Mais pronto do que nunca." Eu me inclinei e a beijei antes de sairmos da minha caminhonete e nos dirigirmos para a porta da frente.
Cora estava muito ocupada com seu site ultimamente. Era bom vê-la tão ativa. Ela foi longe desde aquele verão, e eu estava orgulhoso de tudo o que ela tinha feito.
Sua revista feminina online finalmente teve o que ela chamou de "lançamento progressivo" algumas semanas antes, embora ela ainda estivesse flertando com investidores.
O Ponto G, ~como ela o chamou, era um "lugar aberto e seguro para as mulheres lerem, aprenderem e compartilharem sobre sexualidade, identidade sexual, prazer sexual e saúde mental e física".
As fotos e gráficos no site pareciam muito legais, até onde eu sabia, mas como Cora disse: "Precisa de mais conteúdo".
Resenhas e artigos e outras coisas.
Ela disse que se fosse fazer disso um negócio real e não apenas um hobby, ela precisava de outros a bordo.
Tobias havia se formado na Trinity em maio e agora trabalhava na firma de contabilidade de seu pai.
Eles estavam muito animados por Cora ser a primeira grande cliente de Tobias.
Navegar pelos labirintos das finanças não era comigo nem com a Cora, mas Tobias cuidava do suficiente para que Cora pudesse se concentrar em coisas como conversar com investidores em potencial.
Na verdade, ela tinha seu segundo investidor pronto para assinar na manhã seguinte e estava pedindo ao primeiro grupo de assinantes que escrevessem comentários para que ela pudesse colocá-los na página inicial.
Com toda essa loucura, ter uma noite tranquila com a família foi uma boa mudança de ritmo.
"Ei, entra!" Tobias disse enquanto atendia a porta.
Os pais de Tobias, Doug e Rachel, também nos cumprimentaram. Rachel imediatamente entregou à Cora uma taça de vinho branco enquanto Tobias corria de volta para a cozinha.
A pequena casa não tinha uma sala de jantar formal, mas depois que meu pai derrubou a parede que separava a cozinha e a sala, o espaço parecia muito maior.
"Onde está Leroy?" Cora perguntou enquanto se sentava à mesa.
"Aqui embaixo," ouvimos a voz grave de papai dizer.
Quando olhei para a ilha da cozinha, vi papai deitado de costas embaixo da pia.

CORA

Ellie quase tropeçou no pai ao tirar as batatas com queijo do forno.
"Pai, você pode dar uma olhada nisso mais tarde," Ellie gemeu.
"Nah, Bumblebee, eu quase consegui...", disse ele, alheio ao fato de que estava no meio do caminho.
O revirar de olhos do pai de Tobias não passou despercebido. "Eles também podem chamar um encanador", disse Doug, bebendo seu vinho.
"Nunca conheci um encanador que pudesse resolver um problema que eu não consegui resolver sozinho", respondeu Leroy.
Hael abriu uma cerveja e se sentou ao meu lado na mesa.
"Bem, o jantar está quase pronto", disse Ellie.
Leroy finalmente saiu de debaixo da pia e se juntou a nós na mesa enquanto Tobias e Ellie trouxeram as costelinhas de porco, batatas e verduras.
"A maldita pressão da água", disse Leroy ao meu lado. "Todas essas ordenanças da cidade… Você sabe, costumava haver cachoeiras ~de verdadeem Flake Wood Falls."
"O que aconteceu?" Eu perguntei. "Consequência daquela seca enorme?"
"Nós não teríamos tido uma seca em primeiro lugar," Leroy bufou, "se aqueles bastardos ricos em Plainview não tivessem nivelado a água de volta em noventa e dois."
Doug ficou rígido e ergueu uma sobrancelha. "Isso mesmo?"
Ah sim, dois desses 'bastardos ricos' estão sentados na frente dele. ~Pelo olhar de Leroy, ele percebeu isso também.
Ele não estava exatamente errado, pelo menos foi o que Hael me disse. O sistema de diques de Plainview tinha basicamente fodido Flake Wood Falls.
Se não fosse por meu pai todos aqueles anos antes, toda a cidade estaria muito pior.
"Bem", disse Leroy, tentando voltar atrás, "só estou dizendo que Flake Wood Falls poderia ter tido ajuda externa, só isso."
Tentando mudar de assunto, eu disse: "Ellie, Tobias, tudo isso parece delicioso!"
"Foi tudo Ellie", disse Tobias. "Vou ter que aprender todas essas receitas assim que ela começar a faculdade no próximo semestre."
"A primeira Gunners a ir para a faculdade", disse Hael, levantando sua garrafa.
"Você está animada" Eu perguntei a ela. "Para começar a faculdade?"
"Eu estou...", Bree-elle começou enquanto ela começou distribuir os pratos.
Ela não pegou muita comida para si; na verdade, ela parecia um pouco verde.
"Você está bem?" Eu sussurrei para ela.
"Estou bem", ela retrucou inesperadamente.
"Oh meu Deus!" Rachel interrompeu.
Ela apontou para o meu dedo anelar. "Acabei de perceber que não vejo vocês dois desde o noivado! Me mostra esse anel!"
Estendi minha mão esquerda para alguns oohs e ahhs dos Frelts.
"Hael escolheu," eu disse. "É perfeito!"
"Quando é o grande dia?" Raquel perguntou.
"Ainda não temos uma data exata, mas estamos pensando em outubro, então um noivado de um ano. Achei que cuidaríamos dos detalhes um pouco mais tarde."
"Eu disse a Hael que eu estava tudo bem para mim ir para a prefeitura em um vestido bonito, assinar a papelada e encerrar o dia", continuei, "mas o Sr. Molenga aqui queria algo um pouco mais romântico."
Enquanto falava, peguei sua mão.
"Isso é maravilhoso!" disse Doug. "Vamos brindar para comemorar! Cora, você quer que eu complete seu copo?
"Claro, obrigada." Estendi meu copo para ser enchido.
"Um Riesling do Vinhedo Frelt," Rachel se intrometeu. "O 2018. Trouxe algumas garrafas para você levar para casa também."
"Eu nunca entendi o que as pessoas gostam tanto no vinho", disse Leroy.
Aqui vamos nós. ~
"Eu nunca poderia sentir a diferença entre uma garrafa de cinco dólares ou uma de cinquenta dólares", ele continuou.
"O gosto para o vinho é algo que você precisa refinar", disse Doug.
"Bem, eu acho que é um pouco difícil ser 'refinado' quando você tem que ralar para poder viver."
Droga, Leroy... ~
"Então, vocês pensaram em crianças?" Rachel perguntou, desarmando outra explosão enquanto simultaneamente iniciava outra.
"Mãe!" exclamou Tobias.
"Agora, querida", acrescentou Doug, "isso não é da conta de ninguém, mas deles."
"Oh, eu não quis fazer mal... estou apenas curiosa, só isso."
"Bem, pare de ser tão intrometida."
"Está tudo bem", eu disse, tentando acalmar a tensão crescente. "Hael e eu conversamos sobre isso. Achamos que está nos planos para o futuro, mas nada definitivo ainda."
Isso não era verdade.
Eu adoraria ter filhos com Hael. ~
Meu coração aquecia só de pensar nisso, mas eu estava guardando esse fato para mim por enquanto.
Na mesma hora eu notei Ellie agindo de uma maneira muito diferente da Ellie normal, estava muito quieta.
Em qualquer outro momento em que a família entrava em confusão, ela geralmente estava no meio.
Mas ela apenas ficou ali cutucando a comida, sem comer, olhando para o telefone.
"Bem, eu acho que você teria filhos lindos – inteligentes também, é claro," Rachel sorriu, os olhos vidrados. O vinho parecia estar surtindo efeito. "Eu teria mais se pudesse…"
"Por favor, não", disse Tobias. "Oh!" Ele praticamente pulou da cadeira. "Eu quase esqueci. Falando em paternidade…"
"Agora não, Tobias," Ellie repreendeu, mas ele já estava na outra sala. Quando ele voltou, ele tinha algo nas costas.
"Ellie e eu compramos algo para vocês dois."
A reação de Ellie foi a personificação do emoji de mão na cara.
"Então, como uma espécie de coisinha de 'Bem-vindo à família...' feliz casamento… , Ellie e eu começamos a pensar e decidimos..."
" Você ~decidiu," Ellie interrompeu.
"Nós—umm, eu ~fui em frente e… bem, aqui." Ele me entregou uma foto emoldurada com uma foto de um…
"Isso é uma lhama?" Eu perguntei.
"Parabéns! Vocês são agora os orgulhosos donos— pais — ~dasua própria alpaca!" Tobias estava radiante.
"Você está falando sério?" Eu perguntei, olhando para a foto da pequena besta de cabeça inclinada. Na verdade, era até adorável.
Tobias assentiu com entusiasmo. "Achei que seria um ótimo complemento para a fazenda."
"Não queremos isso", disse Hael.
"Ah, vamos lá, Hael", eu implorei. "Olha como é fofo."
"Parece idiota. Não precisamos de uma maldita alpaca correndo pelo rancho.
Ele olhou para Tobias. "Agora, desadote e envie de volta."
"Eu não posso desadotar... já está 'no correio'."
"Você já pagou?" disse Hael.
Ellie se levantou, seu rosto parecia úmido e pálido. "Eu disse para você esperar! Se você tivesse me ouvido—", Ela se afastou da mesa e correu para o banheiro.
Tobias se levantou e foi ver como ela estava.
Bom menino. ~
Embora ele quase tenha pisado no telefone de Ellie, que ela deixou cair quando se levantou. Eu rapidamente o peguei antes que alguém o quebrasse.
Puta merda, porra! ~Eu pensei comigo mesma quando virei a tela do telefone e vi o que ela estava lendo.
"Sintomas de gravidez: 10 primeiros sinais".
Ellie está grávida?

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