
À Sua Mercê
Author
S. S. Sahoo
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Chapters
2
Capítulo 1
Do mundo de THE ARRANGEMENT…
Angela
As pessoas sempre diziam que nada na vida era fácil. Que tudo que valia a pena, exigia esforço. Quanto mais difícil o caminho, mais gratificante era o destino. E, para a minha surpresa, cada palavra disso era verdade.
Eu sorri quando os lábios do Xavier roçaram nos meus, o gosto de sal marinho na minha língua. Eu não conseguia parar de admirar o corpo perfeitamente esculpido dele, bronzeado pelo sol de Bali, as gotas de água do mar escorrendo pelos músculos dele como pequenos diamantes. Nós tínhamos passado por um inferno juntos. Bem, para ser mais exata, ele mesmo tinha me arrastado para esse inferno. Ele era o meu próprio diabo pessoal. O CEO bilionário, cruel e assustador, tinha feito da minha vida um pesadelo. Mas de alguma forma, no meio de tanta dor, tragédia e caos, ele também se tornou a minha salvação. O meu protetor.
Meu marido.
“É, isso nunca vai não soar estranho”, murmurei para mim mesma, olhando para o enorme diamante no anel que ficava gigante no meu dedo.
“O que soa estranho?” Xavier perguntou, com os lábios bem perto da minha orelha. Estávamos abraçados um no outro na nossa praia particular, a areia branca como nossa cama e o fogo dourado do pôr do sol como nosso teto.
“O fato de estarmos casados”, respondi, me aninhando no peito dele. “Sabe, quem diria que o homem que transformou a minha vida em um inferno acabaria sendo o amor da minha vida?”
Xavier deu uma risada, os olhos brilhando com malícia. “Não relaxe ainda. Eu ainda sou muito capaz de te dar um inferno.” Os dedos dele começaram a descer pela minha barriga, deixando um rastro de calor na minha pele. “Um inferno lento, angustiante e torturante.”
“Xavier...” Eu ofeguei quando os dedos dele passaram pelo meu biquíni, provocando a minha intimidade antes de descer para a parte interna das minhas coxas. Os dedos dele se moviam devagar, me dando arrepios de prazer. Ele subia os dedos antes de afastá-los de propósito. Eu gemi e agarrei os pulsos dele para tentar forçar as mãos dele para onde eu queria que estivessem, mas ele era forte demais. Ele não cedeu. “Por favor...”
“Ou talvez seja o paraíso?”, ele murmurou contra a minha pele, os lábios dele descendo para o meu pescoço. “Você parece estar gostando.” A boca dele continuou descendo para os meus seios, puxando o tecido para o lado e provocando o meu mamilo com a língua. O tempo todo, os dedos dele continuaram a passear pelas minhas coxas, nunca me dando o que eu mais queria. Eu tentei me contorcer para colocar os dedos dele onde eu queria, mas o aperto firme dele me segurou até eu parar de me mover.
“Inferno”, eu gemi. “Isso com certeza é o inferno.”
“Você sabia no que estava se metendo.” Ele mordeu os meus seios de leve, me fazendo arquear as costas com uma mistura de dor e prazer. De repente, ele me pegou e me virou como se eu não pesasse nada. Ele me empurrou na areia, de cabeça para baixo e com a bunda para cima, enquanto prendia as minhas mãos nas minhas costas.
“Xavier! O que diabos você está—ah!” Eu ofeguei quando ele me deu um tapa na bunda, um rastro de fogo correndo pela minha pele.
“Você sabia que quando se casasse comigo, eu faria o que quisesse com você.” Ele bateu na minha bunda com mais força, e eu choraminguei sem poder fazer nada. “Que eu te usaria como eu quisesse. Que você estaria à minha mercê.”
Eu ofeguei quando ele me deu outro tapa, meu rosto queimando, meu corpo vibrando como um fio desencapado. Isso era humilhante. Constrangedor. Mas, apesar de mim mesma, eu rebolei a minha bunda no ar e abri mais as pernas para ele. O que eu estava fazendo?
“Você gosta disso, não gosta?” Ele riu enquanto passava os dedos pela minha bunda. Eles desceram por entre as minhas pernas e ele esfregou pequenos círculos suavemente ao redor do meu clitóris por cima do biquíni. Eu gemi desesperada, meus quadris cedendo. “Você deseja isso.”
“Sim”, sussurrei na areia.
Meu marido bateu na minha bunda de novo, me fazendo gritar. “Mais alto.”
“Sim!” eu gritei. O tesão fez a vergonha desaparecer por completo. “Eu adoro isso!”
“Boa garota.” A voz dele era grave e sensual. Ouvir aquelas palavras dos lábios dele me deu uma onda de prazer. Eu podia sentir o meu tesão escorrendo pela minha coxa. Os dedos dele encontraram o meu clitóris de novo, me recompensando. “Agora, me diga o que você quer.”
“T-te dizer?” eu gaguejei entre gemidos. Minha mente estava tão confusa com a dor e o prazer que era difícil pensar direito. Ele afastou os dedos, e eu ofeguei. “Não! Por favor...”
“Eu não vou repetir.”
“E-eu preciso de você. Dentro de mim”, falei sem fôlego.
Xavier puxou o meu biquíni molhado para o lado e enfiou um dedo devagar e com cuidado dentro de mim. Eu gemia de prazer, mas não era o bastante. Eu me contorci sob o toque dele.
“Você está satisfeita com isso?” ele perguntou, lendo os meus pensamentos.
“Não...”
Ele tirou o dedo e bateu na minha bunda de novo antes de afundar dois dedos bem fundo dentro de mim. “Me diga o que você quer.”
“O seu pau!” eu gemi, me contorcendo sob os dedos curiosos dele. Eles se curvaram e esfregaram dentro de mim, mas eu queria mais. “Por favor... eu preciso que você me foda.”
Xavier se afastou, mas apenas por um segundo. Ele agarrou a minha cintura e me arrastou para trás pela areia até ele. Eu podia sentir o pau duro e latejante dele encostado na minha bunda. Estava tão quente e pesado. Eu me esfreguei contra ele e fui recompensada com um gemido rouco.
“Prepare-se, Sra. Knight”, ele disse enquanto se posicionava na minha entrada. Ele me provocou com a ponta, esfregando devagar no meu clitóris. Cada pequeno movimento me fazia ver estrelas. “Porque eu vou te foder até você não conseguir andar direito.”









































